Resultados de pesquisa

Anúncios fixes da Sony :D

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Pesquisa por "sony commercial"

Sony Vaio (:


sony Bravia (versão completa)


Sony Bravia (o meu preferido =D)



Cortesia do YouTube.
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Escrever. Pela pura vontade de escrever. Pela vida que corre nas veias de cada um dos meus dedos e que me trespassa, lentamente, por outrora vigorosos nichos de pele.
Sangue. Essa seiva símbolo de vida, mas não necessariamente de vitalidade. Onde anda a vitalidade? Quero-te. E quero-te vida.

IMAGENS DO REAL IMAGINADO

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IMAGENS DO REAL IMAGINADO

Ciclo sobre fotografia e cinema documental - 3ª edição

(no Cinema Passos Manuel)

O Mundo

Começamos pelo fim. O Mundo, um filme do cineasta Jia Zhang-Ke, é uma metáfora da China de hoje. Construído a partir do parque temático de Pequim com o mesmo nome e no qual é possível encontrar réplicas de grandes dimensões de monumentos como o Big Ben, a Torre Eiffel, a Estátua da Liberdade ou as pirâmides do Egipto, o filme aborda a trama de relações que se vão fazendo e desfazendo entre as diversas personagens que, por qualquer razão, partilham aquele espaço que no espaço do ecrã adquire uma espécie de ressonância surreal. E, surreal, porquê? Porque a realidade do parque, pretendendo ser uma representação tangível desse outro mundo exterior que ao longo dos séculos foi impondo a sua marca cultural e civilizacional corresponde, afinal, neste caso, no plano simbólico, à distância onírica que separa o valor de ambas as faces de uma mesma moeda: de um lado, a imagem de um país, a China, onde o crescimento e a modernização não têm paralelo na história recente da humanidade; do outro, a imagem de uma sociedade, a chinesa, aturdida, dividida entre o choque da competitividade e o peso de uma tradição e cultura milenares.

O que parece ser norma do processo de globalização, tal como o vamos conhecendo, é a aplicação de um modelo economicista de desenvolvimento, ou seja, o entendimento da economia como um valor em si mesmo e não como pilar de uma organização social cuja prioridade é o homem e o seu bem estar. Este modelo necessita, naturalmente, de um outro, no plano simbólico, por forma a operar um efeito de legitimação. Para autores como Chomsky é justamente essa a função do sistema de media que opera à escala global. A ele competiria definir as estratégias de sedução e as ilusões necessárias de modo a induzir os consentimentos necessários. Nada, porém, é linear. Pelo contrário, o sistema é em si mesmo contraditório e, como tal, está sujeito a episódios de disfuncionalidade, eventualmente irreversíveis. São características das mensagens dos media, por um lado a entropia e, por outro, aquilo que numa leitura pós-moderna remete para a emancipação do significado na sua relação com o real. No primeiro caso, é requerida alguma forma de capacidade de organização da informação, no segundo, há o inconveniente de a determinada altura a historicidade entrar em conflito com as suas representações.


É justamente neste ponto que encaixa Good Night, and Good Luck de George Clooney. Ao recuperar um mito americano, a liberdade de informação, através de um episódio célebre da história do jornalismo protagonizado pela figura lendária de Edward R. Murrow, Clooney está mais interessado em questionar os dispositivos e as rotinas actuais da produção das notícias na televisão dos Estados Unidos, do que, propriamente, em fazer ressuscitar a “caça às bruxas” do senador Joseph McCarthy. Ou melhor, as inquirições de McCarthy e a coragem demonstrada por Murrow, mesmo perante a ambígua pressão dos seus patrões da CBS, são apenas sinais de alerta para a situação que ameaça, hoje, gerar uma atmosfera de desinformação globalizada, a qual tem na propaganda e no infotainment as suas manifestações mais perversas.

Neste contexto, The City Beautiful, o documentário do cineasta indiano Rahul Roy, surge como uma peça de resistência. A elucidação que faz da vida de duas famílias de tecelões da periferia de Nova Deli, num registo de observação não intrusivo, corresponde ao retrato de uma exclusão social cujos efeitos são simplesmente implosivos, mas cuja visibilidade é praticamente nula ou tratada em termos de faits divers nos media de grande difusão. O mesmo poderia dizer-se de El Cielo Gira de Mercedes Alvarez, uma peregrinação da cineasta ao lugar de origem, Aldealseñor, pequena aldeia de Soria agora reduzida a 14 habitantes e um pintor. Aldealseñor e a sua História de mil anos, em breve, irão desaparecer sem deixar testemunhas. Em qualquer dos casos, com Roy ou Alvarez, o tema é ainda o nosso mundo. Esse mesmo de cujas representações também já tivemos conhecimento no interior de antigas salas de cinema - lugares de mistérios, fantasmagorias e revelações - revisitadas nos filmes experimentais do austríaco Gustav Deutsch numa espécie de corpo a corpo com a memória ou, se quisermos, num combate contra a rarefacção simbólica que parece afectar o nosso tempo.

Finalmente, numa outra perspectiva, Mark Durden toma como ponto de partida a obra de dois fotógrafos contemporâneos, Paul Seawright e Luc Delahaye, para reflectir sobre os caminhos da arte e do fotojornalismo. No caso de Seawright propõe-se fazer uma leitura do seu trabalho no Afeganistão, Hidden, uma encomenda do Imperial War Museum de Londres. Quanto a Luc Delahaye, procurará fixar o olhar numa série de fotografias panorâmicas e sobre acontecimentos da actualidade mundial que passam igualmente pelo Afeganistão, mas, também pela guerra ao Iraque. A guerra e o saque, a cujas representações, muitas vezes, está associado um toque de luxo e glamour, são, afinal, sinais dos tempos.

Que mundo globalizado, então, é este em que vivemos? Quais as suas representações? Como lidar com a construção da realidade e com os seus artifícios? Quais os limites da Fotografia e do Cinema Documental ou, dito de outro modo, até onde vão os seus poderes de revelação do real?

O ciclo Imagens do Real Imaginado – O Mundo, mais do que dar respostas propõe-se motivar a interpelação, suscitar dúvidas e, se possível, pela via da surpresa, seduzir e gerar perplexidade: não será esse o processo mais estimulante para induzir a vontade de conhecimento, seguindo os labirintos cuja exploração também passa pelo prazer do texto?

Novembro, 2006

Jorge Campos

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Horário

6 de Novembro

14.30 - Masterclass com Jorge Campos: “De Edward R. Murrow à invasão do Iraque: uma digressão sobre o cinema informativo e o documentário político na América”

17.30 -“Boa Noite, e Boa Sorte” (Good Night, and Good Luck)

21.30 - Boa Noite, e Boa Sorte” (Good Night, and Good Luck)

7 de Novembro

14:30 - “O Céu Gira” (El Cielo Gira)

17.30 - Masterclass com Mercedes Alvarez (Espanha): “El Turista y el Viagero”

21.30 - “O Céu Gira” (El Cielo Gira)

8 de Novembro

14.30 - Masterclass com Rahul Roy (India): “My personal search for meaning”

17.30 - "The City Beautiful"

21.30 - "The City Beautiful"

9 de Novembro (em colaboração com Curtas metragens CRL/Solar Galeria de Arte Cinemática - Vila do Conde e a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto)

14.30 - Masterclass com Gustav Deutsch (Áustria): “FILM IST”

17.30 - World Mirror Cinema (WELT SPIEGEL KINO)

  • episÓdio 1: Kinematograf Theater Erdberg / Viena / 1912

  • episÓdio 2: Apollo Theater / Surabaya / 1929

  • episÓdio 3: Cinema São Mamede Infesta / Porto / 1930

21.30 - World Mirror Cinema (WELT SPIEGEL KINO)


10 de Novembro

14.30 - Masterclass com Mark Durden (Inglaterra): Documentário Fotográfico Artístico (Paul Seawright e Luc Delahaye)

17.30 - “O Mundo” (SHI JIE)

21.30 - “O Mundo” (SHI JIE)

Placebo - Pure Morning

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Acho-a sexy :x

Animal-friendly world

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Alerta!

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Se receber uma mensagem SMS no seu telemóvel dizendo: "Enfia o telemóvel no cú" - não enfie !!!
Retire a bateria primeiro, pois há risco de choque eléctrico.

Divulgue este alerta.

Com a saúde e a peida dos meus amigos eu não brinco!

Cansada

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Ando mesmo cansada. Cansada não, estourada. Mas ando assim há semanas, praticamente desde que o semestre começou. E hoje o dia foi melhor ainda: andei a ajudar a carregar computadores de uma sala no piso de baixo de tudo (para quem conhece a minha faculdade é a sala que está à beira de uma porta que dá para o parque de estacionamento, a sala 6 - mas essa porta está sempre fechada) para uma sala no piso de cima, no segundo piso (mais uma vez, para quem conhece é sapiente nestas matérias, é a sala 10, uma que fica na direcção da outra, mas tudo lá em cima, à beira do tecto que tem mofo).

E melhor ainda é andar a tomar medicação para o sistema digestivo que me dá imenso sono. Mesmo muito. Hoje adormeci numa aula, na de Inglês, só para verem a dimensão da coisa. E ia apagando em Direito! Cada vez me custa mais ir às aulas, mas tenho feito o esforço por ir - sim, quero acabar o curso este ano e, se possível, com melhores notas do que no ano passado.

O que me chateia são colegas meus que são do mais irresponsável que há. A saberem que temos trabalhos, nomeadamente um que é de turma, não ligam puto àquilo. Digamos que o traje lhes afecctou a cabeça. Amores, para o ano o curso continua a existir! E mais, se não quiserem sair este ano, eu agradeço! Menos concorrência! Ah! E aos grupos de Grafismo e de Conteúdos: é tão bom quando não se trabalha e ainda se reclama, não é? (Alguém há-de descobrir a quem esta carapuça serve :P).

Estou mesmo cansada, acho que vou dormir ou assim.

Ovo ou OVNI - O essencial da culinária

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Olá.

Isto É PUBLICIDADE. :P
Este é um trabalho para a cadeira de Multimédia e Ensino (4º ano, Comunicação Multimédia). É um trabalho de turma a funcionar até Dezembro/Janeiro. Chama-se Ovo ou OVNI - O essencial da culinária e funciona em plataformas online. A mais relevante para o caso é o blog.
Visitem, porque, um dia destes, há de valer a pena vê-lo. =x Ainda está no princípio (muito beta-testing!), mas, esperançosamente, há-de valer a pena.
Ah!, e, se possível, passem a palavra. Não há nada como boa publicidade gratuita! :)


Obrigada.

Vamos ao BES? =D

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Wuv Wool

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Agora.

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Doing: Planeamento para Multimédia e Ensino, projecto "Ovo ou OVNI - O essencial da culinária"

Listening to
: Idlejamm - Black Cherries

Idlejamm... Banda de um gajo que anda no DeviantArt, smashmethod. Vale a pena darem uma espreitadela à galeria dele. :)

Piadinhas :P

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What did the big lightbuld say to the little lightbulb?
You're to young to out tonight!

What's the name of the fastest dinosaur?
Prontosaurus.

Why couldn't Noah do any fishing while he was on the arc?
Because he only had two worms.

Why can't you feed a teddy bear?
Because he is already stuffed!
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Aos alunos e docentes do Curso de Jornalismo,


Informa-se que as barreiras no parque de estacionamento vão entrar em funcionamento no próximo dia 12/10/06, quem tiver comprado o cartão deverá dirigir-se à secretária para efectuar o levantamento.

Atenciosamente,
Paula Oliveira - Serviço de Informática



Comments anyone? São 20€, para quem ainda não saiba. Não basta pagar propinas, o parque ser pequeno e agora ter dois lugares inúteis (o chão cedeu :P).
Era bom que alguém se mexesse, porque não é justo.

:)

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E pronto, só mais uma tira. :)
Acho que hoje não vou pôr mais nenhuma tira.

Whatever!

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You can't fight my "whatever"! =D
Adorei esta :)

Life can be good

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se a esta hora não estiver em Novos Média... :S ;_; Vou fazer um eBook, yay... :|

Gosto do Outono :)

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Especialmente das castanhas :D

Ainda bem que provei e não gostei... and I'm a c00kie m0nstah!

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Bolachas da Proalimentar retiradas do mercado


A empresa multinacional United Biscuits (UB) retirou do mercado as bolachas Fruit & Form Frutos do Bosque e Maçã e Canela, da Proalimentar, por poderem conter peças metálicas, avançou hoje a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Num anúncio publicado hoje na imprensa, a UB informa que iniciou a recolha de três lotes da Proalimentar (detida em Portugal pela Triunfo) como "medida preventiva", por poderem não estar em conformidade com os padrões de qualidade definidos.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a UB esclareceu que a contaminação terá tido origem num lote de farinha de arroz.

Trata-se de "fio de arame metálico encontrado num lote de farinha de arroz", proveniente de uma ruptura de um peneiro metálico do fornecedor.

As bolachas em causa poderão conter peças metálicas de aço inoxidável com 0,2 milímetros de espessura e 10 a 70 milímetros de comprimento, segundo as informações que foram transmitidas pela multinacional à ASAE.

A empresa acrescenta que "a probabilidade de existir uma bolacha afectada é de um em cada 1,5 milhões" e que a probabilidade de risco grave para a saúde é 0,1 a 0,2 por cento, caso se verifique a ingestão do produto afectado.

"A empresa estimou que a possibilidade da presença de partículas metálicas nas bolachas à venda em Portugal é de quatro por cento", disse o porta-voz da ASAE, Manuel Lage.

A UB já começou a recolher o produto junto dos seus clientes e calcula que deverão estar ainda à venda 3250 pacotes de bolacha.

As bolachas Fruit & Form Frutos do Bosque e Maçã e Canela foram lançadas recentemente no mercado português, tendo sido produzidas cerca de 35 mil unidades, adiantou o porta-voz da ASAE.

No anúncio hoje publicado, a UB disponibiliza uma linha de contacto para o consumidor (800 206 131) e pede aos consumidores que enviem os produtos para o Apartado 40, 2726-901, Mem Martins, garantindo o seu reembolso.


Inserido em 2006-07-12 Autor: Jornal Público


P.S. - Não sei a que mercado se referem, porque ainda há à venda na minha faculdade. Mas realmente ir àquelas máquinas de vending lá é suicídio. E premeditado. :P

More Placebo

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I wrote this novel just for you
It sounds pretentious but it's true
I wrote this novel just for you
That's why it's vulgar
That's why it's blue
And I say, thank you
And I say, thank you

I wrote this novel just for Mom
For all the mommy things she's done
For all the times she showed me wrong
For all the time she sang god's song
And I say thank you Mom
Hello Mom
Thank you Mom
Hi Mom

I read a book about Uncle Tom
Where a whitey bastard made a bomb
But now Ebonics rule our song
Those motherfuckers got it wrong
And I ask
Who is uncle Tom?
Who is uncle Tom?
Who is uncle Tom?
You are

I read a book about the self
Said I should get expensive help
Go fix my head
Create some wealth
Put my neurosis on the shelf
But I don't care for myself
I don't care for myself
I don't care for myself
I don't care

I wrote this novel just for you
I'm so pretentious, yes it's true
I wrote this novel just for you
Just for you
Just for you



Título: Blue American
Por: Placebo
Álbum: Black Market Music (2000)

Human trafficking

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Amanhã tenho a minha apreentação oral a Inglês. Ficam aqui os apontamentos (porque alguém mos pediu e tem a caixa de email cheia, não é?) para verem, se vos apetecer.

From Himalayan villages to Eastern European cities, people, especially women and girls, are attracted by the prospect of well-paid jobs. Traffickers recruit victims through fake advertisements, mail-order bride catalogues and casual acquaintances.

Upon arrival at their destination, victims are placed in conditions controlled by traffickers while they are exploited to earn illicit revenues. Many are physically confined, their travel or identity documents are taken away and they or their families are threatened if they do not cooperate. Women and girls forced to work as prostitutes are blackmailed by the threat that traffickers will tell their families. Trafficked children are dependent on their traffickers for food, shelter and other basic necessities. Traffickers also play on victims' fears that authorities in a strange country will prosecute or deport them if they ask for help.

Trafficking in human beings is a global issue, but a lack of systematic research means that reliable data on the trafficking of human beings that would allow comparative analyses and the design of countermeasures is scarce. There is a need to strengthen the criminal justice response to trafficking through legislative reform, awareness-raising and training, as well as through national and international cooperation. The support and protection of victims who give evidence is key to prosecuting the ringleaders behind the phenomenon.

Human trafficking can be broken into three constituent parts:

- The act(ion) of: recruitment, transportation, transfer, harbouring or receipt of persons;

- By means of: threat or use of force, coercion, abduction, fraud, deception, abuse of power or vulnerability, or giving payments or benefits to a person in control of the victim;

- For the purpose of exploitation, which includes, at a minimum, exploiting the prostitution of others, other forms of sexual exploitation, forced labour or services, slavery or similar practices, and the removal of organs.

How is “trafficking in persons” different from the smuggling of migrants?

Consent: The smuggling of migrants, while often undertaken in dangerous or degrading conditions, involves migrants who have consented to the smuggling. Trafficking victims, on the other hand, have either never consented or, if they initially consented, that consent has been rendered meaningless by the coercive, deceptive or abusive actions of the traffickers.

Exploitation: Smuggling ends with the migrants' arrival at their destination, whereas trafficking in persons involves the ongoing exploitation of the victims in some manner to generate illicit profits for the traffickers. From a practical standpoint, victims of human trafficking also tend to be affected more severely, become more traumatized by their experiences and are also in greater need of protection from revictimization and other forms of further abuse than are smuggled migrants.

Transnationality: Finally, smuggling is always transnational, whereas trafficking in persons may not be. Human trafficking can occur regardless of whether victims are taken to another country or only moved from one place to another within the same country.

Fact sheet on human trafficking

Over the past decade, trafficking in human beings has reached epidemic proportions. No country is immune. Motives: economic disparity, high unemployment, disruption of traditional livelihoods.

Trafficking in human beings is not confined to the sex industry. Children are trafficked to work in sweatshops as bonded labour and men work illegally in the "three D-jobs" – dirty, difficult and dangerous. A recent CIA report estimated that between 45,000 to 50,000 women and children are brought to the United States every year under false pretenses and are forced to work as prostitutes, abused labourers or servants. UNICEF estimates that more than 200,000 children are enslaved by cross-border smuggling in West and Central Africa.

Additionally, the spread of HIV/AIDS among victims trafficked into prostitution makes victim support and repatriation a public health issue. The treatment of victims as a commodity is also a violation of their most basic rights to freedom, autonomy and human dignity.

In the UK:

Up to 15,000 women are trafficked annually for the purpose of sexual exploitation. Women from Eastern Europe, particularly from Albania, Romania, Bulgaria, and Lithuania are brought to the U.K. for the sex trade. The U.K. has become susceptible to child trafficking. Children from Africa are brought to Britain for domestic servitude or sexual exploitation. While women and children are trafficked primarily for sexual exploitation, men are exploited in sweatshops or in the agricultural industry.

January 2002: the U.K. passed a stop-gap measure under the Nationality, Immigration and Asylum Act that makes trafficking for prostitution a criminal offense with a maximum penalty of 14 years in prison. The Sexual Offenses Bill expected to pass later this year will replace the stop-gap measure. This new bill comprehensively reforms and modernizes the law on sexual exploitation.

The lack of reliable statistics can be attributed to a number of factors. Many countries lack antitrafficking in persons legislation. Even when legislation is in place, laws may only define human trafficking as applying to certain exploitative practices, such as sexual exploitation, and not other forms of exploitative behaviour. Moreover, in many countries, the definition of human trafficking applies only to the exploitation of women and children overlooking the exploitation of adult male victims. Further, if comprehensive laws do exist, they are not always enforced and victims may not be recognized as victims of crime but may be seen as smuggled migrants.

In a study of the magnitude of human trafficking in the United Kingdom, Kelley and Regan, basing their study on 71 known cases, extrapolated the actual figure at between 142 and 1420 cases annually. The Dutch National Rapporteur Against Trafficking in Human Beings estimates that only 5% of victims report their victimization or come to the attention of government .

According to the United States Department of State´s "Trafficking in Persons" (TIP) report for the year 2005, the number of people globally trafficked across international borders is between 600,000 and 800,000 per year. The main criticism of human trafficking estimates is that the ranges are often excessively wide, sometimes as much as a high of 10 times that of the low estimate.


GPAT – Global Programme Against Traficking in Human Beings

Designed by the UN Office on Drugs and Crime (UNODC) in collaboration with the United Nations Interregional Crime and Justice Research Institute (UNICRI). Launched in March 1999.

Assists Member States in their efforts to combat trafficking in human beings. Highlights the involvement of organized criminal groups in human trafficking. Promotes the development of effective ways of cracking down on perpetrators.

Its objective is bringing to the foreground the involvement of organized criminal groups in human trafficking and to promote the development of effective criminal justice-related responses. The GPAT's key components are data collection, assessment and technical cooperation.

Assessment: The assessment component of the Programme, performed in cooperation with UNICRI, includes data collection on various smuggling routes and the methods used by organized criminal groups in trafficking. The UN is also collecting "best practices" used in combating trafficking and the involvement of organized crime. A database containing trafficking trends and routes, as well as information about victims and traffickers has been established so that policymakers, practitioners, researchers and the NGO community can use the collected data.

Technical Cooperation: Seven countries are now involved in technical cooperation projects. Specific intervention measures are being introduced that are designed to strengthen the capacity to combat forms of trafficking at the national and international levels. These measures will assist countries of origin, transit and destination to develop joint strategies and practical actions.

At the national level the Programme aims to:

· promote awareness-raising (such as public awareness campaigns) of trafficking in human beings and especially strengthen institutional capacity;

· train law enforcement officers, prosecutors and judges;

· advise on drafting and revising relevant legislation;

· provide advice and assistance on establishing and strengthening anti-trafficking elements; and

· strengthen victim and witness support.

At the international level the Programme aims to:

· provide assistance to agencies, institutions and governments as part of an interdisciplinary effort to design effective measures against trafficking in human beings.

Database

Countries of origin: (Based upon the frequency that a country is reported as an origin of trafficking in human beings)

- 11 countries score very high as countries of origin: Belarus, the Republic of Moldova, the Russian Federation and Ukraine (Commonwealth of Independent States); Albania, Bulgaria, Lithuania and Romania (Central and South Eastern Europe); China (Eastern Asia); Thailand (South-Eastern Asia); and Nigeria (Western Africa).

- 27 countries are listed as high: Armenia, Georgia, Kazakhstan, and Uzbekistan (Commonwealth of Independent States); Czech Republic, Estonia, Hungary, Latvia, Poland and Slovakia (Central and South Eastern Europe); Bangladesh, India, Nepal and Pakistan (South Central Asia); Cambodia, Lao PDR, Myanmar, the Philippines and Viet Nam (South-Eastern Asia); Benin, Ghana and Morocco (Africa); Brazil, Colombia, Dominican Republic, Guatemala and Mexico (Latin America and the Caribbean).

Countries of destination: (Based upon the frequency that a country is reported as an origin of trafficking in human beings)

- 10 countries score very high: 5 in Western Europe - Belgium, Germany, Greece, Italy and the Netherlands. 2 Asian: Israel and Turkey, Japan and Thailand. United States

- 21 countries (or territories) are listed as high: Austria, Denmark, France, Spain, Switzerland, United Kingdom (Western Europe); Australia (Oceania); Bosnia and Herzegovina, Czech Republic, Kosovo (Serbia and Montenegro) and Poland (Central and South Eastern Europe); Cambodia (South-Eastern Asia); Canada (North America); the People's Republic of China, Hong Kong China SAR, Taiwan Province of China, (Eastern Asia); Cyprus, Saudi Arabia, United Arab Emirates (Western Asia and Turkey); India and Pakistan (South-Central Asia).

Reported trafficking in Europe:

Central and South Eastern Europe was reported as an origin, transit and destination sub-region, while Western Europe is reported largely as a destination sub-region.

CEE: 4 are very high as origin: Albania, Bulgaria, Lithuania and Romania.

CEE as destination: from the Commonwealth of Independent States.

Western Europe destination sub-region: all origins. Specially to Belgium, Greece, Italy and The Netherlands.

Reported trafficking in Africa:

Destination: Western Europe, followed by Western Africa.

Origin: Nigeria, Benin, Ghana and Morocco. Intra-regional trafficking.

Reported trafficking in Asia:

As origin region: intra-regional trafficking, in particular to Thailand, Japan, India, Taiwan and Pakistan, Bangladesh, Cambodia, India, Lao PDR, Myanmar, Nepal, the Philippines and Viet Nam.

As a destination: mainly from the Commonwealth of Independent States, followed by South-Eastern Asia. Thailand, Japan (Eastern Asia), Israel and Turkey (Western Asia and Turkey).

Reported trafficking in the Commonwealth of Independent States:

Main destinations: Western Europe and North America are the main destinations. Also Central and South Eastern Europe, Western Asia and Turkey.

Origin: Belarus, Moldova, the Russian Federation and Ukraine. The Commonwealth of Independent States is rarely reported as a destination region.

Reported Trafficking in the Americas:

Origin: No country from this region was ranked very high in the citation index as an origin country, but Brazil, Colombia (South America), Dominican Republic (Caribbean), Guatemala and Mexico (Central America) were ranked high in the citation index. Western Europe as the destination for victims trafficked out of this region.

Destination: USA anda Canada.

Reported trafficking in Oceania:

The region comprises of two sub-regions but human trafficking to the region, primarily a destination region, focuses on the sub-region of Australia and New Zealand. Within this region, only Australia ranks high in the citation index. Victims trafficked into Oceania, are reported to be trafficked predominantly from Thailand and Philippines.

É oficial

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Chegou a primeira constipação da temporada Outono/Inverno 2006/2007. -________-
Quem me dera que a minha cabeça parasse de doer... :S

Confere!

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Ontem à tarde aproveitei para ir medir o meu colesterol e tensões no rastreio gratuito que decorreu na Praça D. João I.
Já tinha feito análises no mês passado e, como não estava tudo bem, fui ver como estava agora. E está muito melhor, completamente normal, pelo menos no que corresponde ao colesterol.
O exame não dói nadinha e não custa nada, até para quem, como eu, detesta agulhas! :) Ao menos fiquei descansada. O que custou mais foi a espera de três horas, mas, com o Harry Potter a fazer-me companhia, aguentou-se. ;)
É um apelo à atenção de todos, para que analisem o vosso sangue de vez em quando, para saberem se está tudo bem. O resto pode não estar grande coisa, mas ao menos já sei que o meu colesterol está nos níveis normais. ;)
Alguns dos exames são até gratuitos nas farmácias, como as tensões arteriais (bolas, continuo hipotensa :P), glicémia (também hipoglicémica, bolas :P) e outras coisas do género, por isso, não custa mesmo nada!