Resultados de pesquisa

O sossego do vulgar - até ao fim do mês, pf

|
O sossego do vulgar

somos alunas do mestrado de design da imagem - FBAUP. um dos trabalhos que estamos a desenvolver iniciou-se com uma proposta de trabalho sobre a biblioteca da faculdade, na qual teríamos de explorar uma nova perspectiva sobre a forma como nos relacionamos com a biblioteca.

neste sentido resolvemos alargar o nosso objecto de trabalho às restantes faculdades da universidade do porto. contando para isso com a ajuda daqueles que frequentando estes lugares queiram contribuir com a sua visão.

uma biblioteca não é apenas uma estante cheia de livros, em cada uma poderemos encontrar um olhar único e individual sobre aquilo que às vezes consideramos vulgar.

com este projecto pretendemos uma perspectiva diferente de um local que quotidianamente está nas nossas vidas, sem que tenhamos completa consciência da sua totalidade. uma biblioteca não é apenas o conjunto de livros que alberga. existe uma presença mais forte para além da sua existência formal.

o nosso desafio é que visites a biblioteca da tua faculdade deixando que esta se te apresente de uma nova forma, sem os vulgares estereótipos ou ideias pré concebidas.
fotografa, escreve, improvisa e envia-nos os resultados.

http://www.flickr.com/groups/bibliotecas_up

bibliotecas.up@gmail.com



Obrigada,


Alda Silva
Dulce Daniel
Joana Ferreira
Marta Oliveira
Sónia Soares

Sonnet 18

|
Shall I compare thee to a summer's day?
Thou art more lovely and more temperate.
Rough winds do shake the darling buds of May,
And summer's lease hath all too short a date.
Sometime too hot the eye of heaven shines,
And often is his gold complexion dimm'd;
And every fair from fair some time declines,
By chance, or nature's changing course, untrimm'd;
But thy eternal summer shall not fade
Nor lose possession of that fair thou owest;
Nor shall Death brag thou wand'rest in his shade,
When in eternal lines to time thou grows't:
So long as men can breathe or eyes can see,
So long lives this, and this gives life to thee.

Shakespeare, Sonnet 18 (1609)


(Inglês currente:

Shall I compare you to a summer's day?
You are more lovely and more constant:
Rough winds shake the beloved buds of May
And summer is far too short:
At times the sun is too hot,
Or often goes behind the clouds;
And everything beautiful sometime will lose its beauty,
By misfortune or by nature's planned out course.
But your youth shall not fade,
Nor will you lose the beauty that you possess;
Nor will death claim you for his own,
Because in my eternal verse you will live forever.
So long as there are people on this earth,
So long will this poem live on, making you immortal.)


Recitado e/ou mencionado no "Dead Poets Society" e no "Shakespeare in love".

Sonnet 47

|
Betwixt mine eye and heart a league is took,
And each doth good turns now unto the other:
When that mine eye is famish'd for a look,
Or heart in love with sighs himself doth smother,
With my love's picture then my eye doth feast
And to the painted banquet bids my heart;
Another time mine eye is my heart's guest
And in his thoughts of love doth share a part:
So, either by thy picture or my love,
Thyself away art resent still with me;
For thou not farther than my thoughts canst move,
And I am still with them and they with thee;
Or, if they sleep, thy picture in my sight
Awakes my heart to heart's and eye's delight.

Shakespeare, Sonnet 47


(Inglês currente:

Between my eyes and heart a pact is made,
And they each now do good things for the other:
When my eyes are starved for a look (at you),
Or my heart smothers itself with sighs,
On my love's picture my eyes do feast
And my eyes call my heart to this beautiful picture;
Another time my eyes are my heart's guests
And in its thoughts of love do share a part:
So, either by your picture of my love,
You are still with me when you are away;
For you are not farther than my thoughts can move,
And I am always with them [my thoughts] as they are with you.
Or, if they are asleep, your picture before my eyes
Awakens my heart to the pleasures of both the heart and eye.)

O mare e tu - Andrea Bocelli e Dulce Pontes

|

Sentir em nós
Sentir em nós
Uma razão
Para não ficarmos sós
E nesse abraço forte
Sentir o mar,
Na nossa voz,
Chorar como quem sonha
Sempre navegar
Nas velas rubras deste amor
Ao longe a barca louca perde o norte.
Ammore mio
Si nun ce stess'o mare e tu
Nun ce stesse manch'io
Ammore mio
L'ammore esiste quanno nuje
Stamme vicino a Dio
Ammore
No teu olhar
Um espelho de água
A vida a navegar
Por entre o sonho e a mágoa
Sem um adeus sequer.
E mansamente,
Talvez no mar,
Eu feita espuma encontre o sol do teu olhar,
Voga ao de leve, meu amor
Ao longe a barca nua a todo o pano.
Ammore mio
Se nun ce stess'o mare e tu
Nun ce stesse manch'io
Ammore mio
L'amore esiste quanno nuje
Stamme vicino a Dio
Ammore
Ammore mio
Si nun ce stess'o mare e tu
Nun ce stesse manch'io
Ammo re mio
L'amore esiste quanno nuje
Stammo vicino a Dio
Ammore

Sweeney Todd

|
Vi o Sweeney Todd no último fim de semana e fiquei em dúvida em relação a quanto gosto do filme.

A ver:
- A representação dos actores está bastante boa, a meu ver, recaindo especial atenção no Johnny Depp, na Helen Bohnam-Carter e no Alan Rickman, mas não deixando de parte actores mais jovens, como o Ed Sanders.
- Em comparação com a versão da peça musical (de 2005, Broadway), e enquanto musical, julgo que o filme está melhor. O processo de casting de amobos é notoriamente diferente e o elenco resultante do casting para o filme está mais cativante.
- Em contrapartida, há alturas no filme em que há quebras na noção de tempo em cenas paralelas e durante as quais os espectadores se podem perder ou confundir.
- No final, perde-se a ligação a duas personagens: Johanna e Anthony. Não nos deixam indícios do que lhes poderá ter acontecido.

São mais ou menos estes os pontos que pondero quando avalio este filme. Tenho que o rever para saber se gosto mais ou menos dele. :P

Printing's Alive

|
Vi isto e achei muito bom ^^


O top....

|
.... das músicas estúpidas mas mais dançáveis de sempre - vá vá, de sempre não, mas das que me lembro:
  1. Flashdance - Irene Cara (que sentimeeeeeeeento)
  2. Discovery Channel - Bloodhound Gang (vamos fazê-lo como eles fazem no canal Discovery)
  3. I Will Survive - Gloria Gaynor (e tu viestes, do espaço exterior xD)
  4. Whine Up - Kat DeLuna feat. Elephant Man (latindo, latindo)
  5. Libertine - Kate Ryan (eu sou uma pensadora livre, eu sou uma incerta O_o)
  6. Like a Prayer - Mad'House (Oh céus ajudem.... à hora da meia-noite posso sentir o teu poder lalalala)
  7. Weekend - Scooter ("Pon the mic I'm the teacher!" grande LOL)
  8. I'm Too Sexy - Right Said Fred ("I'm too sexy for my shirt")
  9. If You Buy This Record Your Life (Will Be Better) - Tamperer featuring Maya
  10. E por último.... a MELHOR de todas: Like a Prayer - Dj Spillz Remix

Quem quiser acrescente mais =p

Amare.

|
É natural que tenhas medo que te apanhem. A guerra continua tão estranha. Dum dia para o outro, já não sabemos que esperar. Tomamos os comprimidos, como todos os outros, só que o efeito é o contrário do que pretendemos. Nós queríamos ser felizes.
Ninguém nos acompanha nisto. A noite desce como um pano. As pessoas desaparecem, como se fossem para casa. Não temos maneira de saber o que está certo.
Dou-te as flores de onde vim, que vieram comigo, que atravessaram o mundo não se sabe bem porquê. Os teus olhos continuam iguais. É preciso insistir. Não fazemos diferença um do outro. Percorremos distâncias enormes, junto dos faróis e dos comboios, com a música muito alta, sem dizer nada que nos interesse. Não nos conhecemos. Nunca seremos interessantes. O carro precipita-se em vez de nós. A paisagem substitui as nossas caras.


Miguel Esteves Cardoso

Sweeney Todd OST

|
Estou prestes a ver o filme e já ouvi a banda sonora toda. Honestamente, não pensava que o Johnny Depp fosse ter voz para cantar, mas até tem uma bela garganta. A Helen Bonham-Carter, esposa do Tim Burton, é que já tinha dado provas de ter boa voz noutros filmes do marido, como no "Corpse Bride".

Posto de escuta, com intro de 30 segundos, da OST.


Siddhartha

|

Siddartha ou uma lição da luz
Por Fernando Magalhães

A maior parte de nós acorda todos os dias de manhã sem reparar que os olhos continuam fechados e que tudo em redor se mantém envolto em escuridão. "Siddhartha", de Herman Hesse, é o livro ideal para limpar as ramelas e afastar as cortinas do quarto. É um livro pequeno no tamanho mas imenso e intenso no que diz. E o que diz, di-lo directamente ao coração, sem intermediários. Foi escrito em 1922 por Herman Hesse (1877-1962), alemão naturalizado suíço, Prémio Nobel da Literatura em 1946 e que logo na infância declarara que "seria poeta ou não seria nada". As suas páginas estão cheias de zen. Nada de espantoso, se considerarmos que a espiritualidade caminha de Oriente para Ocidente (tenhamos esperança de que chegue cá a tempo e horas, como está escrito na luz).
"Siddhartha" foi e continua a ser livro de cabeceira de muita gente. Para alguns, uma espécie de bíblia de bolso do Budismo na Índia que tanto enforma a noção de "eterno retorno" de Nietzsche como ilustra o naturalismo metafísico (mesmo se o termo lhe repugnava...) de Alberto Caeiro. Para outros, simplesmente a história de Siddhartha, filho de brâmane, que se tornou Buda, e do seu amigo Govinda, personificação do espírito crítico e do racionalismo ocidentais.
"Siddhartha" é ambas as coisas: uma fonte de sabedoria e um romance bem contado. Ao longo dos seus doze capítulos (curiosamente, os mesmos que os arquétipos do Ser...) conta-se a história de Siddhartha, desde os tempos de infância, quando "já sabia pronunciar Om silenciosamente" e "reconhecer Atman nos abismos do seu ser", até à velhice e à definitiva iluminação, passando pela fruição sem reservas da vida mundana e pela tentação do suicídio. É também a história do seu amigo Govinda que o segue a par e passo, em busca de consolo espiritual e de respostas para o enigma da (sua) vida.
Livro de sabedoria, deslocado dos tempos que correm e, por essa razão, de leitura indispensável para se olhar para os tempos que correm com olhos de ver, "Siddhartha" tem tanto de lição de humanismo como, paradoxalmente, de libelo contra todas as escolas ou doutrinas de pensamento. Mas atenção, há uma (a)tensão e disponibilidade interiores que cumpre preservar, caso queiramos receber de mãos dadas com Siddhartha, o nirvana. "Nirvana não é apenas uma palavra, meu amigo - protestou Govinda - é um pensamento!. "Será um pensamento, mas devo confessar-te, meu amigo, que não diferencio muito entre pensamentos e palavras. Para ser franco, também não atribuo grande importância aos pensamentos. Atribuo mais importância às coisas." Quem não se dispuser a ir tão fundo tem, de qualquer forma, em "Siddhartha", bastante que colher e com que ficar fascinado. A escrita não poderia ser mais clara nem directa, possuindo o dom de modificar, senão a vida, pelo menos a visão daqueles de nós que, sedentos de Verdade, exclamam como Govinda: "Dá-me algo que me ajude no caminho, Siddhartha. O meu caminho é frequentemente duro e escuro". Leia-se, então, "Siddhartha", como quem segura uma lanterna.


in Público

"Deficiências" por Mário Quintana

|
DEFICIÊNCIAS - Mário Quintana

'Deficiente' é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
'Louco' é quem não procura ser feliz com o que possui.
'Cego' é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
'Surdo' é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
'Mudo' é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
'Paralítico' é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
'Diabético' é quem não consegue ser doce.
'Anão' é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois: ' A amizade é um amor que nunca morre.

Zen

|
Zen (Japanese: 禪) or chán (Chinese: 禅) is a school of Mahāyāna Buddhism notable for its emphasis on mindful acceptance of the present moment, spontaneous action, and letting go of self-conscious, judgmental thinking.

in Wikipedia

Wondering around

|
On a Sunday afternoon, what gets you to do something more than just wondering around the living room?
It's the sun outside, the rain outside. I felt it on my lips and all over me; got all wet but felt myself, felt alive again. And was it wrong to do it? Even if I get a cold or worse, it was all worth it.

Leituras

|
_ "Siddhartha" - Herman Hesse (currente)
_ "O monge que vendeu o seu Ferrari" - Robin Sharma
_ "Queimada viva" - Souad
_ "O amor é fodido" - Miguel Esteves Cardoso

Links úteis

|
Bedtime Tunes
Bluemars - Aconselho a Cryosleep, mas as outras também são boas.
Pzizz - Façam o download, vá.