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Voltei voltei... e com uns videozinhos á maneira...

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Sei que andei desaparecida... sabem que mais?... matem os kangurus!
primeiro os cemitérios e o padre... meu deus... mesmo DEUS!... kero ver o k o senhor prior vai oferecer ao pessoal?... shots de água benta?... óstias de chocolate?...
Queen chill out?.. e tu ainda não me passaste isso? sabes que mais? (parece que hoje é a minha catchy phrase): SHAME ON YOU GUYS!

agora dois videos fabulosos que eu amo e não consigo deixar de ouvir e rir desesperadamente - quero lá saber se já viram, se não gostam ou coisas do género... quem manda aqui (ou pelo menos em 20% disto) sou eu...





Digam da vossa justiça!

Os cemitérios do futuro vão estar vivos

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26.04.2008, Nicolau Ferreira (in Público Online)

No dia do vosso funeral não fiquem surpreendidos se houver pessoas a assistir a um concerto na esplanada do cemitério. A Europa espera por uma morte mais verde, tecnológica e personalizada. Vamos adiar a morte para ver o funeral de amanhã.

Quando foi a última vez que foi a um cemitério? Funerais não contam. Falamos de visitas para leituras, exposições, concertos de música. Tomar café com amigos ou fazer uma caminhada entre ciprestes altos rodeados por pequenas urnas de cremação. Se quiser, pode olhar para os ecrãs digitais em algumas urnas, onde pessoas são revisitadas em filmes, ideias e memórias. Espaços destes não existem, é por isso que nunca visitamos os cemitérios a não ser nos funerais. Por enquanto.
Morrer nunca deixa de estar na moda, mas os adereços estão a mudar. Os antigos egípcios resistem até hoje mumificados; nós vamos em caixões para debaixo da terra ou somos reduzidos a duas colheres de chá de cinzas. Cerimónias mais ou menos iguais.
No futuro, vai ser diferente. Antes do enterro celebra-se um funeral web 2.0. Internacional, com direito a filmagens, fotografia e Internet. Quem sabe até com o próprio morto a falar, num holograma gravado previamente e preparado para o momento. Pode parecer uma loucura, mas no futuro, dizem os especialistas, cada um vai ter direito a um funeral à sua medida.
Os caixões têm aumentado de comprimento e largura por sermos mais altos e gordos, mas as mudanças vão ter a ver com as crenças e os gostos individuais. Recusar a presença de um padre na hora da morte e preferir uma citação de Camões, Fernando Pessoa ou o hino do Benfica deverá deixar de ser visto como extravagante ou menos digno.
A única regra fixa, no futuro, vai ser um caixão ou uma urna de cremação verdes, não de cor mas de alma. Vernizes aquosos, madeiras degradáveis, tecidos que possam ser comidos pelos bichos, tudo para sermos terra o mais rapidamente possível e sem custos para o ambiente.
Quem preferir voltar imediatamente às cinzas pode escolher uma caixa feita de sal-gema se quiser o mar como destino final (isto já é o presente em algumas agências funerárias portuguesas). Antes de se lançar tudo ao oceano, há que filmar e transmitir a cerimónia para o Second Life. Pode ser no alto de uma falésia, com uma mistura de pessoas reais e virtuais (porque nem todos podem estar presentes) e um único foguete para a despedida.
No futuro, espera-nos uma morte com uma pequena pegada ecológica, um funeral personalizado e um céu cada vez mais digital.
Cremar ou enterrar?
Morrer não é o fim dos nossos problemas, pelo menos a nível do ambiente. A decomposição do nosso corpo origina uma "contaminação microbiológica e por nitratos dos lençóis freáticos", diz Alberto Silva Lima, professor da Universidade do Minho na área das Ciências da Terra.
Para complicar, os vernizes, tecidos sintéticos e madeiras utilizadas nos caixões dificultam a decomposição do corpo. Além disso, as abas metálicas e os pregos acabam, com o tempo, por contaminar a terra e as águas. A médio e longo prazo os metais e os nitratos podem trazer doenças graves às populações.
Este problema foi discutido a semana passada em Lisboa, durante o comité da Federação Europeia de Serviços Funerários (EFFS), que durou dois dias. Paulo Carreiras, presidente da Associação Portuguesa de Profissionais do Sector Funerário (Appf), levou para a conferência o projecto dos caixões ecológicos que evitam parte dos problemas ambientais de hoje. "Temos centenas de cemitérios em Portugal. Utilizam-se urnas nas quais se deita todo o tipo de material que vai contaminar os lençóis freáticos", explica. "Os cemitérios do Alto de São João e de Benfica, em Lisboa, são enormes pólos contaminantes."
A proposta foi normalizada pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) no final de 2006 e está a ser aplicada desde Março de 2007 pela Servilusa, o grupo de agências funerárias do qual Paulo Carreiras é o director comercial. As urnas são de madeira degradável, revestidas por vernizes aquosos. Têm tecidos naturais no interior e as partes metálicas retiram-se antes de os caixões serem enterrados.
O presidente da comissão da EFFS, o italiano Daniele Fogli, diz que hoje, na Europa, "as funerárias estão a fazer o melhor possível para chegar a um funeral ecológico". Para Fogli, que trabalha no sector funerário há mais de 30 anos, a cremação é importante para a sustentabilidade dos cemitérios, pois aumenta o espaço disponível.
Quando o corpo é cremado, ficam em média dois quilos de ossos queimados que depois são triturados, o resto da massa corporal é praticamente vaporizada. "A cremação é uma boa alternativa para os problemas que a decomposição da matéria orgânica traz", diz Alberto Lima.
A cremação também necessita de cuidados. "Há pouco tempo um mergulhador encontrou uma urna de metal no mar", conta Paulo Carreira, descontente. Há alternativas não-poluentes como urnas de sal-gema para as cinzas que vão para o mar, de argila para a terra ou urnas com terra e sementes para quem quiser "reencarnar" numa árvore. Os crematórios também têm filtros para reter as dioxinas libertadas pela combustão do corpo.
Famílias sem raízes
A percentagem de pessoas cremadas decresce do norte para o sul da Europa. A norte, mais de metade das pessoas prefere ser cremada. Nos países mediterrânicos a quantidade de cremações é muito mais baixa, apesar de crescer de ano para ano. "Em França a cremação aumentou de um ou dois por cento para 25 por cento em apenas 20 anos", diz Daniele Fogli.
"A influência da Igreja está a diminuir", acrescenta o francês Jean Neveu, administrador tesoureiro da Federação Europeia de Serviços Funerários. "Em muitos locais da Europa não há padres para o funeral." Além disso, diz, "as famílias estão progressivamente a perder as suas raízes, é por isso que hoje há mais cremações".
Em Portugal, os centros urbanos seguem a tendência. Em 2006, 40 por cento dos mortos em Lisboa foram cremados; no Porto 20 por cento.
As grandes cidades europeias têm um pequeno número de crematórios e cemitérios, o que obriga as pessoas a fazerem deslocações grandes em situações de grande sofrimento. "Num grande crematório não há calor humano, é como uma fábrica", diz Jean Neveu. Por outro lado, a centralização dos serviços origina focos de maior poluição. "Para mim, é melhor descentralizar os crematórios. É melhor para as pessoas e para o ambiente", acrescenta Daniele Fogli.
Morte personalizada
A poluição não é a responsável pela "morte" dos cemitérios portugueses, que estão cada vez mais sobrelotados e descaracterizados. "Os cemitérios de hoje já não são espaços de homenagem, de reflexão, já não há cuidado", diz Paulo Carreiras.
A sobreposição de lajes e túmulos brancos não serve de convite a ninguém. "O culto da memória acontece cada vez menos, hoje as famílias não vão ao cemitério", diz Jean Neveu, referindo-se a pessoas que saltam de país para país, e de famílias espalhadas por diferentes continentes.
Para funerais em que as pessoas chegadas estão dispersas geograficamente não há nada melhor do que a Internet. "Existe uma funerária em Manchester com câmaras ligadas à Internet", explica o espanhol Eduardo Vidal, director-geral dos Serviços Funerários de Barcelona e presidente do Comité de Formação da EFFS. "A família tem a palavra-chave para dar a qualquer outra pessoa que pode ver o funeral, por exemplo na Austrália."
Vidal defende que o serviço funerário tem que ser cada vez mais personalizado. Em que cada celebração contenha os objectos pessoais, fotografias, filmes. Para isso a tecnologia é uma grande ajuda. "Está-se a implementar televisões para personalizar a cerimónia", os familiares podem levar filmes e material audiovisual. "Noutras salas temos incorporado câmaras e só quando as famílias pedem é que se grava."
As casas funerárias têm que abarcar os diferentes credos e hábitos. Em Barcelona, os funerais não-religiosos aumentaram nos últimos quatro anos de dois para seis e meio por cento. "Em qualquer sociedade há uma base do que é o funeral. Mas as famílias são distintas, o funeral tem que se adaptar às famílias."
Paulo Carreira quer adaptar o próprio cemitério às realidades da sociedade contemporânea. "Temos que criar um cemitério, um jardim, um espaço com memórias, cultura, onde possa haver música. Que não seja tétrico."
Um pequeno botão associado a cada cubo é o bastante para um holograma sair de uma das urnas. Aparece uma imagem de alguém, um vídeo, informação do passado. Talvez seja assim que os nossos netos venham a conviver com as nossas memórias. No cemitério, antes de irem a um teatro, uma reunião ou enquanto esperam a chegada de um amigo.

Jean-Michel Jarre

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Ontem foi o concerto do mítico Jean-Michel Jarre, enquadrado nas celebrações do 30º aniversário do álbum Oxygéne.
O concerto pode ter ficado aquém das expectativas de muita gente, mas há que ver que foi um concerto num recinto fechado, o que é pouco comum em actuações dele, e que o recinto é o Coliseu do Porto. Nada de harpa laser nem assim, mas valeu a pena. Gostei imenso de ter tido esta oportunidade - nunca sequer me tinha passado pela cabeça quer algum dia conseguiria assistir a um concerto dele ao vivo.
Só tenho pena de não ter podido fotografar melhor, mas também um concerto destes requeria que eu me sentasse na plateia!
Ficam algumas das (não brilhantes, desta vez) fotos que consegui tirar. :) Podem ver mais no meu Flickr.

Easy Star All Stars

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No sábado fui ver Easy Star All-Stars (este é o site da produtora e editora, a Easy Records) ao Cinema Batalha, no Porto, num Concerto Optimus.
Não ia com grandes expectativas de gostar muito, porque reggae não é muito a minha praia, mas o certo é que gostei bastante! Deixo uma em escuta, apesar de que mereciam que deixasse mais. No espaço no MySpace da editora podem ouvir mais coisinhas deles (ESAS)!
Lamento, mas não levei a máquina fotográfica. Erro meu, esqueci-me! :x


Discussing the future

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Aqui. Achei esta discussão bastante interessante. Deixo aqui para pensarem.

Last week AT&T announced that the Internet will run out of bandwidth by 2010. Do you think people will care more about the "death of the internet" or Global Warming?

Here is the full article.

Do you think there will come a day when there will be mandatory "internet bandwidth rationing" like water rationing when there is a drought?

Or do you think a quasi government agency will step in a institute some kind of bandwidth regulations?

Or could providers start charging by the kilobyte of bandwidth used?

Why is AT&T the only provider out there saying that the sky is falling? They have apparently committed to investing over $19 Billion into upgrading the infrastructure. The article states it will require approx $130Billion so where's the rest coming from?

Is the mostly a US based problem or a WorldWide problem? I can't see how it really affects people with little to no internet access to but entire Corporations here in the US have built on the Internet as it's sole source of customer contact; how will companies like Amazon, YouTube, Etrade, Linkedin Etc continue to run if they loose internet access or it slows down so much it's like working on a 28K modem again? I doubt their users will put up with increasing wait times for pages to load.

Why isn't there a huge cry from the Web Development community for better video compression standards, smaller graphic files, more efficient site development to decrease bandwidth needed to use/browse a site etc?

Besides laying a whole bunch of fiber in the ground what other technologies can be utilized that could help offset this issue?

A lot of questions I know but I don't see this getting a whole lot of media attention so either they have their head in the sand or it's getting buried by other "more newsworthy stories.


These are mostly retorical questions and I'm just hoping to act as a conduit to open up the topic for a discussion. And I think it's a pretty important topic. Esp for those of us that make their living on the internet.


Jeff Weidner
jeffweidnerlinkedin@gmail.com
I never IDK!



Padre na queima

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Uma das barracas do Queimódromo é de um padre.

Não digo mais nada! xD

Dreams in colour

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Este vídeo reflecte muito bem a letra da música do meu caríssimo David. :)
Não sei se era este que o meu Padrinho queria, mas achei-o tão mais... ^^

Love of my life

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Encontrei há uns tempos um cd de covers chillout de músicas dos Queen. Não estava a contar que fosse gostar assim tanto, até porque achava que ia ser estranho ouvir músicas que adoro há tantos anos, mas gostei imenso destas versões. :)
Disponibilizo para audição. ^^

"Current design trend" | Jean-Sébastien Monzani

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Current design trend: quality isn't important


Hello my friends,

For once, this journal entry is something different. I would like to talk today about some current design trends that are making me rather angry. These are just annoying things, which mainly sacrifice quality and efficiency for the look of an object or the satisfactory direct first experience with it. And it’s not only for objects but also services too.

Let me first say that I’m a big worshiper of the sentence form follows function. This camera can look cool but if the lens is crappy or if I can’t override its settings, it’s pretty useless for me. No matter how the object looks, it must be efficient and do what it is supposed to do in the easiest way.

Now, some of these trends:

1. The user doesn’t need these functions. When a product is out for the first time, it is often filled with functions. The earliest expensive compact digital cameras (yeah, remember: 2 Mpixels) all had manual exposure mode for instance. As time passed, they looked more and more cool, thin and… hey wait. What about the functions? Now very few compact cameras offer full manual control now (except for instance the great Powershots from Canon). Why? Because designers thought Hey people don’t use much this function. Let’s remove it. It will simplify the object. Sure it simplifies things. But there is nothing good in over-simplifying design so that users willing to get more control don’t have it anymore.

Let’s take another example: your LCD monitor. Can you adjust its height? Can you tilt it? Can you move it around? All these functions are slowly dropped out in favor of great-looking useless designs. Oh yeah. I’ve noticed this blue LED in front of the monitor. Now, can you please help me adjusting its height? I’ve seen graphic designers using magazines to raise the height of their super-cool Apple displays. Now I can’t help thinking that their sleek look is absolutely stupid if it can’t provide adjustments.

And I’m not going to talk about the low-quality TN-technology domination on LCD monitors. Cheap to build, great brightness, and a viewing angle of just a few degrees before colors start to change. Wow. Did I mentioned they have a sleek look though? (and blue leds. Oh yeah. So cool)

2. Remove options Similarly, removing options is a trend that not only Apple likes. Oh yes, let’s speak about the new MacBook Air. So slim. It’s incredible. There isn’t something better than this. Unless you need, say, more than one USB plug. Like, for plugging a mouse and your camera. Or your printer. Or your USB key. Or well just anything. Now you need to carry in your bag a USB hub, just because you laptop is just too thin and can’t afford 5mm height to add more ports.

Oh and my new cell-phone. So cool. So thin. With a great screen. Well, the battery only last two days but hey, who cares? People just look at it and find it cool. That’s all I ask for.

3. Immediate satisfaction is much more important than quality. I’ve talked about ordering photo-books online previously and how photos are highly compressed before sending them to the lab, to save sending time. Sure. People don’t want to wait. They want to send their pics fast, and get the book as soon as possible. Of course, over-compressing their images will create artifacts but who cares? It’s just so great to have some crap printed on paper.

I was about to send some pics to my lab yesterday when their software notified me that my images are currently processed. Processed for WHAT? They had the right size and highest quality so damn WHY is some processing needed? Well, the transfer started and was just five times faster than my estimation. Wow. That’s fast. Did they boosted my internet connection? I’d better say they just over-compressed my images to save time on transfer. Needless to say I stopped this.

So, minilabs do you hear me? I don’t give a damn about having my photos printed on a mug or a T-shirt, I don’t want them to be stored online I just want you to print exactly the files I’m sending you. Is it so difficult to ask?

Enough for today. Have fun!



This was published by Jean-Sébastien Monzani, at deviantART (see this specific journal, please).
I thank him for the help and for letting me publish this here.

Das 9h às 19h na FEUP

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Out at the train tracks
I dream of escape
But a song comes onto my iPod
And I realize it's getting late

And I can't take the staring
And the sympathy
And I don't like the questions "How do you feel?"
"How's it going in school?"
and "Do you wanna talk about it?"

Way out
Way out of here
Fade out
Fade out, vanish

And I'm trying to forget you
And I know that I will
In a thousand years, or maybe a week
Burn all your pictures, and cut out your face

The shutters are down and the curtains are closed
And I've covered my tracks
Disposed of the car
Trying to forget even your name and the way that you look
When you're sleeping
Dreaming of this

Way out
Way out of here
Fade out
Fade out, vanish


Porcupine Tree - "Way ou of here"


Obrigada ao João pela introdução (:
E daqui a um bocado vou embora, mas é, que já não estou para ver mais galerias à minha frente hoje e ainda por cima está mau tempo. :P Estou a curtir largo a música! xD

dEUS are back.

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Já ouvi o novo trabalho dos dEUS, "Vantage Point", o qual foi apresentado pela música do vídeo acima, "The Architect". Podem ainda encontrar o vídeo de "Slow", a outra amostra audiovisual deste cd.
É um álbum talvez mais virado para um rock mexido, sem exageros, na linha da boa composição a que a banda já tinha habituado o público. A lembrar as mais arrastadas dos álbuns anteriores, temos "When she comes down", a faixa de abertura deste novo álbum.
Fica a recomendação.

Homens.

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Riam-se lá um pouco... Obrigada, Nanda, por teres mandado isto, já faziam falta :D


HOMENS... QUANDO É QUE UM HOMEM MOSTRA QUE TEM PLANOS PARA O FUTURO?
Quando compra 2 caixas de cerveja .

QUAL A DIFERENÇA ENTRE UM HOMEM E UMA MANGA VERDE?
A manga amadurece

PORQUE É QUE AS PIADAS SOBRE LOIRAS SÃO TÃO CURTAS?
Para que os homens se consigam lembrar delas .

QUANTOS HOMENS SÃO NECESSÁRIOS PARA TROCAR UM ROLO DE PAPEL HIGIÉ NICO?
Não sabemos, nunca aconteceu antes!!!

POR QUE MULHERES CASADAS SÃO MAIS GORDAS DO QUE AS SOLTEIRAS?
A solteira chega em casa, vê o que tem no frigorífico e vai para a cama, a casada vê o que tem
na cama e vai para o frigorífico.
POR QUE É TÃO DIFÍCIL ACHAR HOMENS BONITOS, SENSÍVEIS E CARINHOSOS?
Porque normalmente eles já têm namorados .
COMO SE CHAMA UMA MULHER QUE SABE ONDE ESTÁ O SEU MARIDO TODAS AS NOITES?
Viúva.

COMO FAZER UM HOMEM FAZER ABDOMINAIS?
Colocando o controle remoto entre os dedos do pé.

O QUE EXISTEM EM COMUM ENTRE OS HOMENS QUE FREQUENTAM BARES DE SOLTEIROS?
Todos são casados.

O HOMEM PERGUNTOU A DEUS: PORQUE FEZ A MULHER TÃO BONITA?
Deus: para que pudesses amá-la.
Homem: MAS PORQUE A FEZ TÃO " BURRA? "
Deus: para que ela te pudesse amar .

O QUE DISSE DEUS DEPOIS DE CRIAR O HOMEM?
Tenho que ser capaz de fazer coisa melhor.

O QUE DISSE DEUS DEPOIS DE CRIAR A MULHER?
A prática traz a perfeição...

Emo mode on.

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Esta é em especial para o .
Emooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo! :B


[Para quem não sabe ainda, o Chris Cornell já não vem cá ao Oeiras Alive.]

Força

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À Rita.

Strength doesn't always come from oblivion.
procuro no vento elementos meus / que não se fixem nem a mim mesmo (li isto algures num blog qualquer... lamento não ter a fonte.)

Elacemos as mãos.

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No mês passado perdi duas pessoas. Não só eu as perdi; mais gente também.
E não há explicações, não há ombro que me dê consolo - eles não voltam. [Quanto muito, poderei eu ir ter com eles. Irei. Chamem-me e irei. Não me esqueço de vós, não saireis daqui de dentro.]
Os míticos vinte anos. Os vinte na estrada. Em par, lado a lado, na vida e na morte. Nunca isto me tinha feito tanto sentido até esse momento. Sei que gostaram de quando estivemos juntos naquela esplanada e nos rimos das coisas parvas que dizíamos e que fazíamos, tão leves que éramos. E sempre me citava, ele, a "Roadhouse Blues" dos The Doors. E ela citava Picasso. E eu cantava e ria e dizíamos todos parvoíces.

A ela. Foram quinze dias mais. De mais dor, de mais pedidos para morrer no momento. E nem assim foi mais breve ou fisicamente menos doloroso. Mas tudo parou num simples par de horas, tu pediste e foste e sorriste no fim. Disseram-me.

A vocês.
Às vossas famílias.

A dor da perda. Irrefutável.
"Ser como o rio que corre inexoravelmente para o mar. / Elacemos as mãos." - Ricardo Reis.

:o

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As principais da semana


About.

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"Even if there was only one truth we could still make a hundred paintings of it" (Picasso)

Ghosts I-IV

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Vou receber, vou receber, vou receber! *corre histérica pela sala* :D Foi enviado na quarta, por isso só chega na próxima semana. Mas vai chegar, ah vai! :D

Imagem retirada do site oficial dos Nine Inch Nails.

Breathe ^^

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Tinha saudades desta!

Midge Ure - Breathe

With every waking breath I breathe
I see what life has dealt to me
With every sadness I deny
I feel a chance inside me die

Give me a taste of something new
To touch to hold to pull me through
Send me a guiding light that shines
Across this darkened life of mine

Breathe some soul in me
Breathe your gift of love to me
Breathe life to lay 'fore me
Breathe to make me breathe

For every man who built a home
A paper promise for his own
He fights against an open flow
Of lies and failures, we all know

To those who have and who have not
How can you live with what you've got?
Give me a touch of something sure
I could be happy evermore

Breathe some soul in me
Breathe your gift of love to me
Breathe life to lay 'fore me
To see to make me breathe

Breathe your honesty
Breathe your innocence to me
Breathe your word and set me free
Breathe to make me breathe

This life prepares the strangest things
The dreams we dream of what life brings
The highest highs can turn around
To sow love's seeds on stony ground

Breathe
Breathe

Breathe some soul in me
Breathe your gift of love to me
Breathe life to lay 'fore me
To see to make me breathe

Breathe your honesty
Breathe your innocence to me
Breathe your word and set me free
Breathe to make me breathe

Sparkle :)

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I can see clearly now the rain is gone.
I can see all obstacles in my way.
Gone are the dark clouds that had me blind.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshiny day.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshine day.

Oh yes, I can make it now the pain is gone.
All of the bad feelings have disappeared.
Here is the rainbow I've been praying for.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshine day.

(ooh...) Look all around, there's nothing but blue skyes.
Look straight ahead, there's nothing but blue skyes.

I can see clearly now the rain is gone.
I can see all obstacles in my way.
Here's the rainbow I've been praying for.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshine day.
It's gonna be a bright (bright)
bright (bright) sunshine day.
Real, real, real, real bright (bright) bright (bright)
sunshine day.
Yeah, hey, it's gonna be a bright (bright) bright (bright)
sunshine day.


Jimmy Cliff

Editors no Coliseu do Porto

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Algumas fotos do concerto dos Editors, na quinta-feira passada, no Coliseu do Porto no meu dA e Flickr.

Primavera

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Podem achar que estou a escrever isto com algum atraso, mas não. Quem se atrasou foi a Senhora Dona Primavera, que só veio esta semana!
Mas mais vale tarde do que nunca, por isso... :)


Atão e o dia das mentiras?! ah?! ah?!....

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Sim, confesso oficialmente que não gosto do dia das mentiras...

Mas e então gente? que acharam da mentirinha mediática deste ano?... VIRGLE?!... whatever?...lol... e o Pacheco Pereira todo lançado...

[img]http://www.google.com/virgle/images/logo.gif[/img]

Amigo, aqui entre nós... eu sei que Portugal tá assim, digamos, malzito... assim como que a caminhos da desordem e caos(e.g: "DÁ-ME O TELEMÓVEL, JÁ!")... ser o primeiro português a comprar espacinho em Marte... também não....

Ao menos não se lembraram da bela da "árvore da esparguete" ou do meteorito português de "esferotive" pintadinho com spray de lata...

Oh yeah!

Cá espero pelo próximo ano...

Sabes o quê que te digo?

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WEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee!

agora vais me obrigar a ser engraçada!... ai ai... já tou a ver linchamento virtualócibernético a caminho....
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Something has changed.

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James Thurber - "Women are wiser than men because they know less and understand more."