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The Springfield Connection #1

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Mr. Burns: Turn around Simpson!...
Homer: AAh! No! I can't get in trouble if I can't see you!
Smithers: I'm afraid he's got us sir...


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If only...

Tabernix

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Nova sugestão que poderia perfeitamente responder à pergunta "onde desfrutar de uma refeição agradável, junto à zona ribeirinha do Porto, num fim-de-semana?"

Há dias (bastantes dias...), lembramo-nos de ir jantar a um daqueles restaurantes caros, quase com cozinha de autor, em que se pede um filet-mignon e o que vem realmente faz juz ao nome... Tendo o restaurante da nossa eleição mudado de direcção sem aviso prévio, não o vamos sequer identificar nem referir, mas ficava na rua do cais em Massarelos e mudou-se para Gaia, para um Club de Golf indeterminado.


Sendo os nossos planos foram tão abrupta e inesperadamente anulados, tivemos de, dans le jenou desenrascar uma solução para um jantar que já começava a apresentar tardio. Como bons portugueses, e aparentados com o MacGyver que se desenrascava sempre, lembramo-nos que ali perto havia um outro restaurante mais ou menos conhecido. Era procurar uma terceira opção ou ficarmo-nos pelo "Tabernix", o plano b (aqui não o bar...), a solução de desenrasque. Decidimo-nos pelo Tabernix. Ficava ali ao pé, tinha boas críticas de conhecidos... Porque não?


À entrada surgiu-nos à mente pela primeira vez a pergunta “Tabernix por quê”? As letras do nome do restaurante estavam numa fonte bastante semelhante à usada por Goscinny e Uderzo. Segundo a lógica, seria uma referência velada a um ambiente "gaulês", um sítio que nos lembrasse a atmosfera das bandas desenhadas de Astérix, Obélix e toda a aldeia dos incorruptíveis gauleses... Aparentemente, a lógica estava de folga nesse dia, por isso, de vagamente gaulês a única coisa que o estabelecimento tinha era mesmo o nome. Sentamo-nos a uma mesa vaga e esperamos que nos dessem o menu, que por acaso estava repetido a giz nas paredes do estabelecimento. "Original" pensamos, “assim poupa-se papel. Não é coisa que se veja todos os dias”. Escolha de uma mesa alumiada por velas num restaurante à meia luz… Com sorte talvez o “plano b” não tivesse sido muito mau.


A espera não foi longa, mas pareceu uma eternidade graças à maravilhosa banda sonora com que fomos brindados. Alguém deve ter criado um cd entitulado “best of pimba” e decidiu passar até à insanidade a chamada música popular portuguesa misturada com alguma brasileira. Ideia de um “plano b” razoável? Posta de lado. Encontramos com isto finalmente um ponto comum com a aldeia gaulesa de Astérix: a música do bardo rivaliza em qualidade com a que passa naquele restaurante. Umas entradas compostas pelos apanagiais e comuns pães e manteiga a acompanhar e a pergunta sobre o que iríamos querer para jantar.


Dúvidas tiradas acerca das sugestões apresentadas nas paredes, pedimos uma francesinha especial e um bife com cogumelos, “com cogumelos” porque apesar de vir com molho E cogumelos, nem o prato nem o local tinham a classe que exige a expressão francesa “aux champignon”. Enquanto depenicávamos o pão com manteiga na espera, íamos reparando na faixa etária predominantemente adolescente que pululava o sítio. Aparentemente e segundo nos foi dado a entender, a sangria do Tabernix é deveras popular e chama muita gente jovem. Talvez por isso tenhamos pedido uma cerveja preta para acompanhar a francesinha (que de especial tinha apenas um banal ovo sob o molho) e um ice tea de manga para o dito bife com cogumelos.

Já referimos o quanto nos desagrada batata frita da congelada num restaurante, não já? Mais um ponto negativo. Salvo isso, nada de extraordinário na cozinha. Pratos do mais banal que se confeccionam com o requinte que temos em casa. Se calhar o ambiente familiar é um trunfo para um determinado público-alvo no qual não nos encaixamos de todo. Sobremesa? Com certeza. Se a luta entre a gula e o gosto musical fosse ganha pela primeira. Como tal não aconteceu, acabamos a refeição, pedimos a conta e saímos o mais subtil e rapidamente possível.


Em jeito de conclusão, a única coisa vagamente positiva do Tabernix enquanto estabelecimento de restauração é realmente a simpatia dos empregados. Tal não chega, porém, para cobrir tudo o que nos desagradou naquilo que, mais que um restaurante, aparentava de facto parecer uma taberna. Quanto à pergunta acerca de onde desfrutar de uma refeição agradável, junto à zona ribeirinha do Porto, num fim-de-semana? Bom, a resposta talvez se encontre num posterior post, porque desta vez apenas pudemos constatar que o Tabernix não corresponde de todo à nossa expectativas e gosto. Enche-nos a barriga, com sorte, mas não as medidas.

Pausa

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Após esta "breve" pausa, retomaremos a crítica e sugestões de locais visitados. Os próximos na lista são mais dois restaurantes, desta vez no Porto, o Tabernix e o Shakesbeer.
Espererem para saber mais!

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Entretanto, também aceitamos sugestões diversas! :)

Just breathe

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Correndo o risco de parecer repetitivo, aqui está mais um sobre o novo álbum de Pearl Jam. Peço perdão, mas este tinha mesmo de vir para aqui...



Yes, I understand that every life must end, uh-huh
As we sit alone, I know someday we must go, uh-huh
Oh I'm a lucky man, to count on both hands the ones I love
Some folks just have one, yeah, others, they've got none

Stay with me...
Let's just breathe...

Practiced all my sins, never gonna let me win, uh-huh
Under everything, just another human being, uh-huh
I don't wanna hurt, there's so much in this world to make me believe

Stay with me
You're all I see...

Did I say that I need you?
Did I say that I want you?
Oh, if I didn't I'm a fool you see
No one knows this more than me

As I come clean...
I wonder everyday, as I look upon your face, uh-huh
Everything you gave
And nothing you would save, oh no

Nothing you would take
Everything you gave...

Did I say that I need you?
Oh, did I say that I want you?
Oh, if I didn't I'm a fool you see
No one knows this more than me
And I come clean, ah...

Nothing you would take
Everything you gave
Hold me til I die
Meet you on the other side...


At a loss for words... Lindo lindo...

Backspacer

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Eu podia voltar a fazer o mesmo post palavra por palavra, mas como a preguiça é muito fica aqui o link!

Stupid questions

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Encontrei esta imagem num fórum quando andava no Google à procura de uma informação que precisava para o trabalho que estou a fazer. Quando virem a imagem, a ironia não vos vai escapar. A mim não escapou! :) Merecia ficar aqui para a posteridade.




Até para comer bolachas...

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...parece haver instruções. As Oreo (representadas na imagem ao lado) são um exemplo desse tipo de bolachas. A imagem, além de mostrar o aspecto de uma Oreo, mostra também como uma pessoa normal as come. Sim senhoras e senhores, é à dentada pura e simples. Quer dizer:

1 - Separa-a
2 - Lambe o creme
3 - Mergulha no leite
4 - Come-a

Quem é que se dá ao trabalho de fazer isso? Às dentadas não chega para ser uma boa bolacha é? E se não tiveres leite? Mergulhas em chá é? Tem de haver um ritual? Pois eu renuncio ao ritual e como as minhas Oreo à dentada como na foto! Como é que vocês comem as vossas?


Dieci [10']

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Uma nova sugestão ainda por Barcelos: o restaurante italiano Dieci (ou, se preferirem, 10' - dez). Definitivamente um local de menção obrigatória, onde se come bem, bastante e por pouco dinheiro.
Situado na Avenida Alcaides de Faria, uma das principais artérias da cidade, o restaurante serve à sala e para fora. Também tem um outro estabelecimento em Braga e vai abrir um novo espaço na Póvoa do Varzim. (Para quando um no Porto?)

De decoração bastante simples, em tons pretos, e de espaço bastante cómodo, onde caberiam sensivelmente 25 pessoas confortavelmente, não tem problemas com cheiros misturados e barulhos incomodativos. O atendimento foi dos melhores que tivemos até então.

Logo de início, enquanto escolhíamos, foi-nos oferecido vinho lambrusco, um italiano branco óptimo para acompanhar pastas e molhos de tomate e ervas, entre outras especialidades do género. Um mimo bastante apreciado, mesmo por quem não bebe vinho (declaro-me culpada...).

As escolhas da noite, notando que apenas tínhamos feito uma refeição leve como almoço tardio e que já passavam das 21h, montaram uma ementa completa. A abrir, Pão de alho Supremo, seguido de uma Salada Chef, acabando com uma Pizza Tropicale. Talvez por inocência nossa, talvez por apenas desconhecermos o serviço da Dieci, embrenhamo-nos em tal refeição que se demonstrou um verdadeiro banquete.

Fomos servidos rapidamente, o que vem sempre a calhar quando já se vai jantar tarde e com um estômago queixoso.
O Pão de alho Supremo é uma delícia bastante melhor do que esperávamos: feito sobre uma base de pizza fina, com 30 cms de diâmetro, dobrada a meio, emanava um aroma a pão acabado de cozer com um ligeiro toque de alho, vindo do recheio de mozzarella e alho. Fatiado em oito partes, serviria para uma refeição leve, para petisco (ainda a acompanhar o belo Lambrusco...). Muito bom e equilibrado.

Pouco depois, já quase no final do "modesto panini", foi-nos servida a salada. Quem pensava que apenas seria um bom acompanhamento de qualquer prato, está enganado. A salada só por si era visualmente apelativa - é bom lembrar que os olhos também comem - e veio continuar a viagem pelos sentidos que o pão de alho havia começado. Uma travessa muito bem servida, concerteza a pensar naqueles que consomem a "insalata" como prato principal, com tomate, alface, cebola, fiambre, milho, couve roxa, pimento, azeitonas e queijo ralado. A vinagrete e o molho de cocktail vieram em duas taças a acompanhar, caso dispensássemos tempero.

Por fim, a Pizza Tropicale, tamanho médio, para duas pessoas. Tamanho médio, equivalente a 30 cms de diâmetro para dois estômagos já cheios... Lembro-me de ainda nos terem perguntado se não quereríamos tamanho familiar, mas, pelo menos aqui, fomos modestos na escolha para dois.
Massa fina e crocante, bem cozinhada, deixava um aroma pregnante, mas suave no ar. Ao cortar, ouvia-se a massa da borda a estalar, a cozedura no ponto a jogar novamente com os sentidos: a audição ao quebrar da massa e o tacto ao pegar na fatia - massa fina, bem cozinhada, mas tão suave... Mozzarella, tomate, cogumelos frescos e ananás, numa mistura entre o doce e o salgado, em pleno equilíbrio.
Ainda que já satisfeitos, disfrutámos desta iguaria, que, correndo o risco de parecer simples e comum, nos deixou ainda mais apaixonados pelo local.

Simpaticamente, a empregada, vendo que tal pizza seria demasiado para os nossos estômagos, perguntou-nos se não pretendíamos levar o resto em caixa, sugestão que aceitámos sem hesitações. Dada a satisfação, não pedimos sobremesa, infelizmente - um "infelizmente" guloso, confesso, porque é algo que viria concerteza melhorar ainda mais a refeição (se possível!) e porque havia várias iguarias que gostaríamos de ter experimentado.

Um jantar muito bem servido, com tudo incluído (ainda trouxemos para casa - neste caso, para o hotel!), num total de 18€ para duas pessoas. Fica a sugestão e até uma próxima viagem!