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Calhabar - Coimbra

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    Nada como chegar ao Calhabar, na Rua do Brasil (Calhabé) e ser-se recebido pela calma e boa música ambiente, a pender para os blues e rock clássico. Ali pode estar-se à vontade a ler, estudar ou conversar. O café está a oitenta cêntimos, à data da escrita deste post, e vem sempre acompanhado por um caramelo suave e pela simpatia e consideração do Sr. Barreira. Ali não nos sentimos como um número. Ali somos tratados como uma pessoa e quanto mais se visita o Calhabar mais personalizado fica o atendimento.

      Recomendo vivamente a quem queira ter onde passar o serão, das 21h30 às 4h, como alternativa aos locais barulhentos desta cidade. Assim como a quem queira mostrar aos visitantes de Coimbra um dos melhores spots da nossa noite. :)

     Espero encontrar-vos lá.
     Aqui me despeço, neste meu primeiro e muiiiiito atrasado post. Ooops! ^^;

Untitled

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Something fishy

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Fish@ Parque Nascente

[Livro] Essência e Memória

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No ano passado, tive o prazer de participar no livro "Essência e Memória - Antologia de fotografia contemporânea" (volume III), projecto no qual tenho três fotografias e uma pequena apresentação.
Como tive algumas dificuldades em vender as unidades que tive que patrocinar, ainda tenho várias cópias do livro à venda, apenas pessoalmente, por 20 € (acresce de envios, caso necessário).

Caso estejam interessados, por favor contactem.

Obrigada!

Sunday

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Sunny Sunday afternoon

O Conquistador

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O restaurante O Conquistador (link para o lifecooler) fica situado na histórica cidade de Óbidos, por onde passámos em visita para um almoço tardio.
Depois de procurarmos um restaurante com preços acessíveis, e já com o estômago a pedir sustento, encontrámos este restaurante numa das ruas estreitas, em paralelos, da cidade. Primeiro ponto positivo: ementa com preços na parte de fora. (À falta dos bolinhos de bacalhau no menu que nos chamaram a atenção, optámos por outro prato, mas isto é apenas um pormenor.)

Estávamos com fome (o bom pequeno-almoço por volta das 10h da manhã já tinha sido digerido) e começámos com pão quentinho, manteiga e queijo-creme. O almoço: alheira de caça com arroz e batatas fritas num prato bem servido. A alheira estava bem confeccionada (tostada, mas não desfeita, como deve ser_), e era de qualidade (bastante carne e algum pão) - soube-nos pela vida!
Apesar de já cheios, ainda pedimos sobremesa: mousse de chocolate. Caseira, com ginginha - no meu caso, dispensava, porque não sou apreciadora do licor, mas admito que liga bem.
Para terminar, os habituais cafés.

O almoço completo rondou os 25€ - para a zona em que fica, não foi caro e viemos bastante satifeitos!

Great American Disaster

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Tacho Real

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O Tacho Real (link para o Lifecooler), em Sintra, é um restaurante com postura e acolhedor que descobrimos numa das ruelas da cidade.
Surpreendentemente - pelo menos para nós - foi saírmos para jantar numa sexta-feira e não haver quase nenhum estabelecimento aberto. Demos umas voltas a pé, encontrámos três restaurantes e daí escolhemos o Tacho Real. O preço da restauração em Sintra pode não ser a mais apelativa, por isso olhámos bem para as ementas (relação qualidade/preço da oferta como factor importante a considerar) e para o que os nossos estômagos nos pediam - e assim entrámos.

O restaurante tem uma esplanada que não parece tão acolhedora - o interior do restaurante é mais interessante, assemelhando-se a uma sala cravada dentro de uma pedreira em alguns dos seus recantos, com decoração em madeiras e ferros.

Não pedimos muitas entradas - azeitonas (em alho e um fio de azeite) e pão - porque também não nos pareceu que fôssemos esperar muito pelo prato (pedimos uma das escolhas do dia): salmão grelhado com batatas, cenouras e couves de Bruxelas cozidas. Temos a concordar que as batatas e as cenouras podiam estar mais cozidas (mais uns minutinhos e ficariam no ponto), mas o salmão estava óptimo! Não podendo comer salmão com regularidade (é um peixe bastante gorduroso), esta foi uma oportunidade muito bem aproveitada.

Ainda apostamos nas sobremesas, que tínhamos à disposição num carrinho: tarte de amêndoa e caramelo e toucinho do céu. Também bem confeccionadas, foram a cereja no topo do bolo. O café e descafeínado de cápsula puseram fim à refeição, deixando-nos satisfeitos.

Por tudo, cerca de 30 euros (um pouco menos), que viria a ser o preço a pagar nos outros sítios por onde passámos, sendo que a oferta não era, de longe, tão convidativa.
Nota: a refeição foi acompanhada a água.