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Still Christmas :)

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Happy New Year

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O ano está acabar... diz que é uma espécie de 2006!

Entretanto, já não posso ver o meu portfolio à frente. e-Portfolio, para ser precisa - acrescentem "pseudo" atrás, que fica mais próximo da realidade. Quase quatro anos na faculdade, para chegar a este momento e andar à procura de trabalhos e mesmo assim não encontrar grande coisa digna de pôr no portfolio. Ainda por cima já estou cansada de trabalhar no Flash todos os dias, várias horas. Mas afinal não estava de férias? Diz que é uma espécie de férias, não é? :| Além disso, encravei aqui no puto do scroll que não consigo fazer com que funcione! É giro, não é? Tãaaaaaaaaaaao fofinho... Já estou como a outra: "Ó Mãiiiiiiiiiiiim.. tou tãum cunfusaaaaaaaaaaaa!" :P

E as músicas todas folclóricas na TBGalicia? Giras, não são? "Rebola o pai, rebola a filha"? Mas que raio? Bem, sempre é melhor do que "24"!!! Sim, para quem não tem estado neste mundo nos últimos... anos (?), ainda dá. Pois é, pois é. Quem não gostar (como eu), pode sempre ver o "Alves dos Reis" na RTP Memória ou aproveitar as últimas horas da SIC Comédia.

Em relação ao caso do dia: se matam uma pessoa (ainda que seja o Saddam Hussein...), será que os carrascos não deveriam ser condenados à morte também? Só deixo a pergunta, porque tenho a minha opinião mais ou menos formada e já sei que isto levanta discussões por todo o lado e não me apetece chegar a tanto agora. Tenho tanto em que pensar que este caso me parece mais pequeno de cada vez que olho para os meus livros de Design.

Sim, eu tenho lido bastante: "Guia do Design Gráfico Digital" e "Basics Design: Typography".. coisas e tais deste tipo! Sim, a propósito do pseudo-e|portfolio.. Vamos lá a ver se ao menos depois funciona e se me chega para uma nota simpática... Gostava de acabar bem o curso (melhorar o que já está feito, se possível). Não sou obcecada pela minha média, mas tenho algum brio nisso, o que não faz mal nenhum. Aiaiaiaiaiai, ano de finalista! :S Vou estagiar no próximo semestre (3 meses algures aí perdidinha) e já anda toda a gente a falar disso (toda a gente = a minha turma = dez alunos :] Grande turma! =D Sem ironias!).

E, como se não bastasse o stress do estágio e do último ano, estamos na época da engorda, por isso, diz-se por aí que é uma espécie de dieta! Aiaiaiaiaiaiaiaiaiai! Ai vai ser vai, com o pão a subir 20%! (Bem, menos gasto no ginásio :$)

Estou tão demente que me sinto cansada. Ou era ao contrário? Podia jurar que alguém me mandou um convite para um grupo no Hi5 chamado "Noddy, lord of the darkness"! Não sabia ao certo de quem era, por isso apaguei o mail - podem mandar-mo outra vez? Gostava mesmo de entrar para esse grupo. A sério! Mas mesmo mesmo mesmo mesmo mesmo, mas mesmo mesmo mesmo mesmo a sério! (Convincente? ;x) Aiaiaiaiaiaiaiai... era quem levasse duas lapadas...

E agora, não sei por que motivo, lembrei-me de que tenho que coser os emblemas e as ceninhas na capa - porque quero e porque quero e pronto! :X E se calhar já ia dormir, não era? Já estou a dizer muitas vezes "e" e "aiaiaiaiai". Vou seguir o meu conselho daqui a um bocado.. Vou só trabalhar mais um bocadinho. :| Enquanto ouço à Banda Sonora Original do filme "Corpse Bride". A banda sonora é do Danny Elfman, por isso já sabem que é de qualidade! :)

689 - Brasil - terceira morte em dois meses

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Anorexia mata de mais uma jovem brasileira

Uma brasileira de 23 anos morreu de complicações cardíacas causadas pela anorexia de que sofria desde 2003, informou hoje a imprensa local.

Beatriz Cristina Ferraz Lopes Bastos faleceu na noite de Natal no Hospital Santa Casa de Jaú, a 296 quilómetros a Oeste de São Paulo.

Trata-se da terceira vítima brasileira conhecida de anorexia, nos últimos dois meses.

Amigos de Beatriz afirmaram que ela media 1,57 metros e pesava apenas 35 quilos pouco antes de morrer, segundo o diário Folha de São Paulo.

Formada em Letras, a jovem foi obesa na adolescência e emagrecer tornou -se numa obsessão, segundo os mesmos amigos.

"Quando éramos namorados ela já dizia que não queria comer nada. Chegava a passar um dia inteiro sem colocar nada na boca", afirmou ao diário o namorado de Beatriz, Leandro Murgo, de 26 anos.

A 14 de Novembro a modelo brasileira Ana Carolina Reston Macan, de 21 anos, morreu de complicações causadas pela rigorosa dieta que mantinha para ficar magra.

O caso teve repercussão internacional e fez com que agências de modelos passassem a exigir certificados médicos e exames de sangue ás jovens modelos.

Dias depois, a universitária Carla Sobrado Casalle, de 21 anos, que também sofria de anorexia, morreu na cidade de Araraquara, a 273 quilómetros a Noroeste de São Paulo.


Fonte: JN Online

Jokes

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Encontrei isto no meu mail...
A Blu mandou-mo há quase um ano! :D

1. Two antennas meet on a roof, fall in love and get married.
The ceremony wasn't much, but the reception was excellent.

2. Two hydrogen atoms walk into a bar.
One says, "I've lost my electron."
The other says, "Are you sure?"
The first replies, "Yes, I'm positive..."

3. A sandwich walks into a bar. The bartender says, "Sorry we don't
serve food in here."

4. A dyslexic man walks into a bra.

5. A man walks into a bar with a slab of asphalt under his arm and says:
"A beer please, and one for the road."

6. Two cannibals are eating a clown. One says to the other: "Does this taste funny to you?"

7. A man complains, "Doc, I can't stop singing 'The Green, Green Grass of Home.'"
"That's the Tom Jones Syndrome," explains the doc.
"Is it common?" asks the man.
"It's Not Unusual," says the doc.

8. An invisible man marries an invisible woman. The kids were nothing to look at, either.

9. Deja Moo: The feeling that you've heard this bull before.

10. I went to buy some camouflage trousers the other day but I couldn't find any.

11. I went to the butcher's and wanted to bet him 50 bucks that he couldn't reach the meat on the top shelf. He said, "No, the steaks are too high."

12. A man woke up in a hospital after a serious accident. He shouted, "Doctor, doctor, I can't feel my legs!" The doctor replied, "I know -- I cut off your arms!"

13. Two Eskimos sitting in a kayak were chilly; but when they lit a fire in the craft, it sank, proving that you can't have your kayak and heat it too!

14. Two fish swim into a concrete wall. One turns to the other and says, "DAM!"

Novo link

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Foi adicionado um link à barra de links do Weedeias. :)
Em Sites, podem agora encontrar a ligação para o site The Style Files, cheio de grandes ideias. (Gostei da cadeira para amantes de livros ;))

X-mas

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Vá, Manu, conta lá: quantas 'sexy hot sisters' recebeste no Natal? :P
(Apeteceu-me fazer um post destes ;P)
P.S: - Ficaste bem na foto... :]

622 - "All I want for Christmas...

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... is YOU...R sexy, hot sister". Palavras do Manu (aka Psicólogo Deprimido).
És mesmo............. gay! :X (Já sabias que eu ia dizer isto e já! :P)
Olha que não sei se deixe a minha irmã nas tuas mãos, porque tu não és seguro!

Aos meus "gayzinhos", aos meus amigos, aos meus inimigos, à minha família, aos meus conhecidos, aos (meus ;P) desconhecidos e aos que não se enquadrarem nestes grupos, um Feliz Natal. =) Sei que há pessoas por aí que não merecem ter uma consoada decente, mas como provavelmente essas são as que mais depressa conseguem safar-se, só me resta esperar que os outros tenham uma consoada óptima na medida do possível.

Ao Manu: depois tens que me dizer se gostaste do livro que te dei. :) Be honest ^^ A MaMuu está a olhar para mim! xD

Ao Nuno: aposto em como já conhecias as palavras que estão escritas no livro que te dei. :) Espero que tenhas gostado. Confesso que achei mais simples escolher para ti do que para o Manu. ;)

Um Feliz Natal a todos,
I'll be back! =)

"Remember me" icon

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Director: José Manuel Fernandes
Directores-adjuntos: Nuno Pacheco e Manuel Carvalho

POL nº 6112 Quinta, 21 de Dezembro de 2006


Jornalista e designer criam ícone para servir a Web


É um não-me-esqueças, ou, se preferir, um miosótis, na denominação de raiz grega. Uma pequena flor azul, de cinco pétalas, que Mário Cameira, Web designer do PÚBLICO, desenhou a partir de uma ideia do jornalista José Vítor Malheiros, director do PUBLICO.PT. Esta pequena flor azul nasceu para servir a Web.
Numa altura em que muitos sites têm um registo obrigatório, mesmo que sejam de acesso livre, é comum, quando inserimos pela primeira vez o nosso nome de utilizador e a palavra-chave, que o site pergunte se queremos que ele memorize os nossos dados naquele computador. Basta para isso assinalar uma quadrícula seguida da expressão "Remember me" (Lembra-te de mim). O que Mário Cameira e José Vitor Malheiros propõem agora é que, em substituição da longa frase que, segundo Cameira, "incomoda qualquer web designer", os sites passem a usar uma pequena flor azul que pretendem que, dentro de algum tempo seja tão conhecida dos cibernautas como a pequena lupa que todos sabem que serve para aumentar a dimensão dos caracteres no ecrã, ou a casinha que nos leva à página inicial de um site.
O miosótis azul, o "Remember me icon", tem um site (http://www.remembermeicon.org) onde se pode conhecer a sua história e condições de utilização com base numa licença Creative Commons (CC), uma flexibilização do conceito de copyright que, em vez de blindar as obras de autor contra o seu uso, reutilização e manipulação, permite que os autores abdiquem de alguns dos seus direitos de forma selectiva. Neste caso o ícone pode ser copiado, distribuído, utilizado e alterado livremente, desde que não seja com fins comerciais. A.M.



in Público

Anuário

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Olá a todos, este email é breve e muito importante! Por favor, lê:
estamos a tentar criar uma apresentação multimédia (director, por exemplo) com uma ficha pessoal de todos os finalistas, professores e staff jcc. A ideia é na altura da Keima poder entregar a todos um cd que ao ser visualizado mais tarde vos remeta de forma positiva para as memórias de JCC que, para o bem e para o mal, consumiu 4 anos da nossa vida.
Da vossa parte, espera-se apenas que reenviem para este mail o anexo anuário.doc devidamente preenchido (1 minuto) com duas fotos individuais (primeiro e último ano) e uma foto de grupo, de alguma festa ou jantar ou momento de convívio que vos tenha marcado.
Da nossa parte, e com a preciosa ajuda do génios multimédicos, prometemos tentar fazer o melhor e-anuário de sempre, porque todos merecemos :)
Ficamos à espera de notícias!
Daniela Lavos Costa
Alexandra Figueiredo

Já avisei a Xana de que mando as coisas esta semana e que ajudo no que for preciso. :)

Parabéns, Lu!

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Este post é só para eu dar os parabéns à Luciana, uma amiga minha de JCC, por ter sido tia na quinta passada! :)
Agora sim, és literalmente tia! :P ;)

Mais um semestre

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Estou completamente estourada!
Já não sei o que é comer de faca e garfo nem o que é dormir uma noite completa... :|

Quote of the Day

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Funny Quote of the Day - Joey Adams - "Marriage is give and take. You'd better give it to her or she'll take it anyway."

Portugal e as 7 maravilhas

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A aproveitar a ideia das Sete Maravilhas do Mundo Moderno (e o facto de nenhuma entre todas as que foram a votação ser portuguesa), está a decorrer a votação para as Sete Maravilhas de Portugal.
Ok, temos muitas mais, mas aqui ficam as que escolhi dentre as sete finalistas. :)

| Convento e Basílica de Mafra
.: (aka Real Convento de Mafra ou Palácio Convento de Mafra) É um dos mais importantes monumentos - talvez o mais importante - do Barroco Português. Foi construído no século XVIII. Possui uma das mais importantes bibliotecas portuguesas. :.

| Igreja e Torre dos Clérigos
.: Projectada por Nicolau Nasoni e construída na primeira metade do século XVIII, é a marca mais emblemática do Barroco na cidade do Porto. É a obra mais relevante de Nasoni, cujos restos mortais repousam no seu interior. :.

| Mosteiro da Batalha
.: Construído no século XIV a mando de D. João I, é o edifício português mais representante da Dinastia de Avis. Marca a vitória dos Portugueses na Batalha de Aljubarrota (1385).
O projecto inicial foi alterado e a construição foi dotada de um cariz gótico inabalável no nosso país. Dele fazem parte várias capelas, incluindo as Capelas Imperfeitas, que estiveram em construção até ao século XVI. :.

| Mosteiro de Alcobaça
.: Construído a partir do século XII, este Mosteiro funcionou como uma Abadia de Cister. É a primeira e a maior obra dos princípios do Gótico português. Porém, inclui uma sacristia do estilo Manuelino, assim como salas do estilo Neo-gótico.
No transepto da Igreja, encontram-se os túmulo de D. Pedro e de D. Inês. :.

| Palácio Nacional da Pena
.: Ícone do Romantismo português, sito em Sintra. tem um claustro Manuelino e algumas partes da Capela são do estilo Renascentista.
De notar que Sintra é riquíssima em termos de monumentos históricos. :.

| Ruínas de Conímbriga
.: Um dos muitos marcos da presença romana em Portugal. Foi habitada, estima-se, entre os séculos IX aC e VI dC.
Através das ruínas, é possível estudar a vida das populações que habitaram a cidade, ficando-se a conhecer mais sobre a civilização Romana e sobre a sua ocupação em Portugal. :.

| Templo Romano de Évora
.: (aka Templo de Diana) Ex-líbris de Évora, julga-se que date do século II. Construção de estilo coríntio, como se pode ver pelas suas colunas - têm 9 a 11 vezes de altura a medida do diâmetro da base e os capiteís são muito adornados. :.



Nota: Espanta-me ainda não existir aquele URL. xD

Doenças do comportamento alimentar

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Na próxima quarta-feira, dia 13, pelas 23H00, está previsto um programa na RTPN, em directo, sobre as Doenças do Comportamento Alimentar - Anorexia/Bulimia Nervosas, onde será debatida a questão das "Passereles" como influência negativa nos(as) nestas doenças.
No Debate, estarão presentes, o Sr. Dr. Roma Torres, Psiquiatra, a representação da AFAAB, Drª Virgínia Ribeiro, Psicóloga, o Estilista Nuno Baltasar e a cantora Mónica Sintra, como testemunho directo.
Visto ser um tema interessante do meu ponto de vista, fica a dica para quem quiser/puder ver. :)

Imaginem 5 destes...

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(com o cio :P)

Lembram-se?

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"Ode Triunfal"

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À dolorosa luz das grandes lâmpadas eléctricas da fábrica
Tenho febre e escrevo.
Escrevo rangendo os dentes, fera para a beleza disto,
Para a beleza disto totalmente desconhecida dos antigos.
Ó rodas, ó engrenagens, r-r-r-r-r-r eterno!
Forte espasmo retido dos maquinismos em fúria!
Em fúria fora e dentro de mim,
Por todos os meus nervos dissecados fora,
Por todas as papilas fora de tudo com que eu sinto!
Tenho os lábios secos, ó grandes ruídos modernos,
De vos ouvir demasiadamente de perto,
E arde-me a cabeça de vos querer cantar com um excesso
De expressão de todas as minhas sensações,
Com um excesso contemporâneo de vós, ó máquinas!
Em febre e olhando os motores como a uma Natureza tropical --
Grandes trópicos humanos de ferro e fogo e força --
Canto, e canto o presente, e também o passado e o futuro,
Porque o presente é todo o passado e todo o futuro
E há Platão e Virgílio dentro das máquinas e das luzes eléctricas
Só porque houve outrora e foram humanos Virgílio e Platão,
E pedaços do Alexandre Magno do século talvez cinquenta,
Átomos que hão de ir ter febre para o cérebro do Ésquilo do século cem,
Andam por estas correias de transmissão e por estes êmbolos e por estes volantes,
Rugindo, rangendo, ciciando, estrugindo, ferreando,
Fazendo-me um excesso de carícias ao corpo numa só carícia à alma.
Ah, poder exprimir-me todo como um motor se exprime!
Ser completo como uma máquina!
Poder ir na vida triunfante como um automóvel último-modelo!
Poder ao menos penetrar-me fisicamente de tudo isto,
Rasgar-me todo, abrir-me completamente, tornar-me passento
A todos os perfumes de óleos e calores e carvões
Desta flora estupenda, negra, artificial e insaciável!
Fraternidade com todas as dinâmicas!
Promíscua fúria de ser parte-agente
Do rodar férreo e cosmopolita
Dos comboios estrénuos,
Da faina transportadora-de-cargas dos navios,
Do giro lúbrico e lento dos guindastes,
Do tumulto disciplinado das fábricas,
E do quase-silêncio ciciante e monótono das correias de transmissão!

Horas europeias, produtoras, entaladas
Entre maquinismos e afazeres úteis!
Grandes cidades paradas nos cafés,
Nos cafés -- oásis de inutilidades ruidosas
Onde se cristalizam e se precipitam
Os rumores e os gestos do Útil
E as rodas, e as rodas-dentadas e as chumaceiras do Progressivo!
Nova Minerva sem-alma dos cais e das gares!
Novos entusiasmos da estatura do Momento!
Quilhas de chapas de ferro sorrindo encostadas às docas,
Ou a seco, erguidas, nos pianos-inclinados dos portos!
Actividade internacional, transatlântica, Canadian-Pacific!
Luzes e febris perdas de tempo nos bares, nos hotéis,
Nos Longchamps e nos Derbies e nos Ascots,
E Piccadillies e Avenues de l'Opera que entram
Pela minh'alma dentro!
Hé-lá as ruas, hé-lá as praças, hé-la-hó la foule!
Tudo o que passa, tudo o que pára às montras!
Comerciantes; vadios; escrocs exageradamente bem-vestidos;
Membros evidentes de clubes aristocráticos;
Esquálidas figuras dúbias; chefes de família vagamente felizes
E paternais até na corrente de oiro que atravessa o colete
De algibeira a algibeira!
Tudo o que passa, tudo o que passa e nunca passa!
Presença demasiadamente acentuada das cocotes;
Banalidade interessante (e quem sabe o quê por dentro?)
Das burguesinhas, mãe e filha geralmente,
Que andam na rua com um fim qualquer,
A graça feminil e falsa dos pederastas que passam, lentos;
E toda a gente simplesmente elegante que passeia e se mostra
E afinal tem alma lá dentro!

(Ah, como eu desejaria ser o souteneur disto tudo!)

A maravilhosa beleza das corrupções políticas,
Deliciosos escândalos financeiros e diplomáticos,
Agressões políticas nas ruas,
E de vez em quando o cometa dum regicídio
Que ilumina de Prodígio e Fanfarra os céus
Usuais e lúcidos da Civilização quotidiana!

Notícias desmentidas dos jornais,
Artigos políticos insinceramente sinceros,
Notícias passez à-la-caisse, grandes crimes --
Duas colunas deles passando para a segunda página!
O cheiro fresco a tinta de tipografia!
Os cartazes postos há pouco, molhados!
Vients-de-paraitre amarelos com uma cinta branca!
Como eu vos amo a todos, a todos, a todos,
Como eu vos amo de todas as maneiras,
Com os olhos e com os ouvidos e com o olfacto
E com o tacto (o que palpar-vos representa para mim!)
E com a inteligência como uma antena que fazeis vibrar!
Ah, como todos os meus sentidos têm cio de vós!
Adubos, debulhadoras a vapor, progressos da agricultura!
Química agrícola, e o comércio quase uma ciência!
Ó mostruários dos caixeiros-viajantes,
Dos caixeiros-viajantes, cavaleiros-andantes da Indústria,
Prolongamentos humanos das fábricas e dos calmos escritórios!

Ó fazendas nas montras! ó manequins! ó últimos figurinos!
Ó artigos inúteis que toda a gente quer comprar!
Olá grandes armazéns com várias secções!
Olá anúncios eléctricos que vêm e estão e desaparecem!
Olá tudo com que hoje se constrói, com que hoje se é diferente de ontem!
Eh, cimento armado, beton de cimento, novos processos!
Progressos dos armamentos gloriosamente mortíferos!
Couraças, canhões, metralhadoras, submarinos, aeroplanos!
Amo-vos a todos, a tudo, como uma fera.
Amo-vos carnivoramente,
Pervertidamente e enroscando a minha vista
Em vós, ó coisas grandes, banais, úteis, inúteis,
Ó coisas todas modernas,
Ó minhas contemporâneas, forma actual e próxima
Do sistema imediato do Universo!
Nova Revelação metálica e dinâmica de Deus!

Ó fábricas, ó laboratórios, ó music-halls, ó Luna-Parks,
Ó couraçados, ó pontes, ó docas flutuantes --
Na minha mente turbulenta e incandescida
Possuo-vos como a uma mulher bela,
Completamente vos possuo como a uma mulher bela que não se ama,
Que se encontra casualmente e se acha interessantíssima.

Eh-lá-hô fachadas das grandes lojas!
Eh-lá-hô elevadores dos grandes edifícios!
Eh-lá-hô recomposições ministeriais!
Parlamento, políticas, relatores de orçamentos;
Orçamentos falsificados!
(Um orçamento é tão natural como uma árvore
E um parlamento tão belo como uma borboleta.)

Eh-lá o interesse por tudo na vida,
Porque tudo é a vida, desde os brilhantes nas montras
Até à noite ponte misteriosa entre os astros
E o amor antigo e solene, lavando as costas
E sendo misericordiosamente o mesmo
Que era quando Platão era realmente Platão
Na sua presença real e na sua carne com a alma dentro,
E falava com Aristóteles, que havia de não ser discípulo dele.
Eu podia morrer triturado por um motor
Com o sentimento de deliciosa entrega duma mulher possuída.
Atirem-me para dentro das fornalhas!
Metam-me debaixo dos comboios!
Espanquem-me a bordo de navios!
Masoquismo através de maquinismos!
Sadismo de não sei quê moderno e eu e barulho!

Up-lá hó jóquei que ganhaste o Derby,
Morder entre dentes o teu cap de duas cores!

(Ser tão alto que não pudesse entrar por nenhuma porta!
Ah, olhar é em mim uma perversão sexual!)
Eh-lá, eh-lá, eh-lá, catedrais!
Deixai-me partir a cabeça de encontro às vossas esquinas,
E ser levantado da rua cheio de sangue
Sem ninguém saber quem eu sou!
Ó tramways, funiculares, metropolitanos,
Roçai-vos por mim até ao espasmo!
Hilla! hilla! hilla-hô!
Dai-me gargalhadas em plena cara,
Ó automóveis apinhados de pândegos e de putas,
Ó multidões quotidianas nem alegres nem tristes das ruas,
Rio multicolor anónimo e onde eu me posso banhar como quereria!
Ah, que vidas complexas, que coisas lá pelas casas de tudo isto!
Ah, saber-lhes as vidas a todos, as dificuldades de dinheiro,
As dissensões domésticas, os deboches que não se suspeitam,
Os pensamentos que cada um tem a sós consigo no seu quarto
E os gestos que faz quando ninguém pode ver!
Não saber tudo isto é ignorar tudo, ó raiva,
Ó raiva que como uma febre e um cio e uma fome
Me põe a magro o rosto e me agita às vezes as mãos
Em crispações absurdas em pleno meio das turbas
Nas ruas cheias de encontrões!
Ah, e a gente ordinária e suja, que parece sempre a mesma,
Que emprega palavrões como palavras usuais,
Cujos filhos roubam às portas das mercearias
E cujas filhas aos oito anos -- e eu acho isto belo e amo-o! --
Masturbam homens de aspecto decente nos vãos de escada.
A gentalha que anda pelos andaimes e que vai para casa
Por vielas quase irreais de estreiteza e podridão.
Maravilhosa gente humana que vive como os cães,
Que está abaixo de todos os sistemas morais,
Para quem nenhuma religião foi feita,
Nenhuma arte criada,
Nenhuma política destinada para eles!
Como eu vos amo a todos, porque sois assim,
Nem imorais de tão baixos que sois, nem bons nem maus,
Inatingíveis por todos os progressos,
Fauna maravilhosa do fundo do mar da vida!
(Na nora do quintal da minha casa
O burro anda à roda, anda à roda,
E o mistério do mundo é do tamanho disto.
Limpa o suor com o braço, trabalhador descontente.
A luz do sol abafa o silêncio das esferas
E havemos todos de morrer,
Ó pinheirais sombrios ao crepúsculo,
Pinheirais onde a minha infância era outra coisa
Do que eu sou hoje. . . )

Mas, ah outra vez a raiva mecânica constante!
Outra vez a obsessão movimentada dos ónibus.
E outra vez a fúria de estar indo ao mesmo tempo dentro de todos os comboios
De todas as partes do mundo,
De estar dizendo adeus de bordo de todos os navios,
Que a estas horas estão levantando ferro ou afastando-se das docas.
Ó ferro, ó aço, ó alumínio, ó chapas de ferro ondulado!
Ó cais, ó portos, ó comboios, ó guindastes, ó rebocadores!
Eh-lá grandes desastres de comboios!
Eh-lá desabamentos de galerias de minas!
Eh-lá naufrágios deliciosos dos grandes transatlânticos!
Eh-lá-hô revoluções aqui, ali, acolá,
Alterações de constituições, guerras, tratados, invasões,
Ruído, injustiças, violências, e talvez para breve o fim,
A grande invasão dos bárbaros amarelos pela Europa,
E outro Sol no novo Horizonte!
Que importa tudo isto, mas que importa tudo isto
Ao fúlgido e rubro ruído contemporâneo,
Ao ruído cruel e delicioso da civilização de hoje?
Tudo isso apaga tudo, salvo o Momento,
O Momento de tronco nu e quente como um fogueiro,
O Momento estridentemente ruidoso e mecânico,
O Momento dinâmico passagem de todas as bacantes
Do ferro e do bronze e da bebedeira dos metais.
Eia comboios, eia pontes, eia hotéis à hora do jantar,
Eia aparelhos de todas as espécies, férreos, brutos, mínimos,
Instrumentos de precisão, aparelhos de triturar, de cavar,
Engenhos, brocas, máquinas rotativas!
Eia! eia! eia!
Eia eletricidade, nervos doentes da Matéria!
Eia telegrafia-sem-fios, simpatia metálica do inconsciente!
Eia túneis, eia canais, Panamá, Kiel, Suez!
Eia todo o passado dentro do presente!
Eia todo o futuro já dentro de nós! eia!
Eia! eia! eia!
Frutos de ferro e útil da árvore-fábrica cosmopolita!
Eia! eia! eia, eia-hô-ô-ô!
Nem sei que existo para dentro. Giro, rodeio, engenho-me.
Engatam-me em todos os comboios.
Içam-me em todos os cais.
Giro dentro das hélices de todos os navios.
Eia! eia-hô eia!
Eia! sou o calor mecânico e a electricidade!
Eia! e os rails e as casas de máquinas e a Europa!
Eia e hurrah por mim-tudo e tudo, máquinas a trabalhar, eia!

Galgar com tudo por cima de tudo! Hup-lá!

Hup-lá, hup-lá, hup-lá-hô, hup-lá!
Hé-lá! He-hô Ho-o-o-o-o!
Z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z-z!
Ah não ser eu toda a gente e toda a parte!

Álvaro de Campos

Novos membros

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Como repararam (quem? Alguém vem a este blog??), o Weedeias (sim, é mesmo esse o nome do blog... Não, não é Pandorices...) tem dois novos membros!
O bUrg é o Nuno (aka Gay Alpha :x Mas isso só eu é que lhe posso chamar!) e o Psicólogo Deprimido é o Manu (Hmm.. Gay Beta? :x Logo resolvo isso :P). Ora é que isto vai descer de nível :P :x Lá se foi o blog sóbrio e decente de uma rapariga sóbria e decente (não sei de quem, mas isso são pormenores). =)
Ah, a saber, estes dois senhores são os meus dois melhores amigos no curso e são da minha turma - Multimédicos powah :D *

I'm so hot

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O You Tube tem destas coisas. :D HEN anyone? xD

"Por água abaixo"

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Ontem fui à ante-estreia do "Por água abaixo" ("Flushed Away" no original), o novo filme de animação da Dreamworks, que vai estrear na quinta-feira.
Aconselho a irem ver, nem que seja em português (a versão que vi foi a portuguesa, mas prefiro ver as originais - só que o bilhete era de graça, não me podia armar muito, lol). :) Tem a voz do Nuno Markl, se não me engano. ^^
E tem umas lesmas hilariantes! :D Ai as bichinhas!

Sugestão do dia

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"Mas porque é que esta cadeira se chama Teoria do Som e não Acústica do Exemplo?"

(Sugestão do novo docente, claro.)

Para quem as 24 horas são curtas :P (EU!)

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Get ready for 24-hour living

18 February 2006
NewScientist.com news service
Graham Lawton


SO MUCH to do, so little time. Between a hectic work schedule and a thriving social life, Yves (not his real name), a 31- year-old software developer from Seattle, often doesn't have time for a full night's sleep. So he swallows something to make sure he doesn't need one. "If I take a dose just before I go to bed, I can wake up after 4 or 5 hours and feel refreshed," he says. "The alarm goes off and I'm like, let's go!"

Yves is talking about modafinil, a stimulant that since its launch seven years ago has acquired a near-mythical reputation for wiring you awake without the jitters, euphoria and eventual crash that come after caffeine or amphetamines. Yves has been popping modafinil on and off for the past three years and says it is "tremendously useful". "I find I can be very productive at work," he says. "I'm more organised and more motivated. And it means I can go out partying on a Friday night and still go skiing early on Saturday morning."

Modafinil is just the first of a wave of new lifestyle drugs that promise to do for sleep what the contraceptive pill did for sex - unshackle it from nature. Since time immemorial, humans have structured their lives around sleep. In the near future, we will, for the first time, be able to significantly structure the way we sleep to suit our lifestyles.

"The more we understand about the body's 24-hour clock the more we will be able to override it," says Russell Foster, a circadian biologist at Imperial College London. "In 10 to 20 years we'll be able to pharmacologically turn sleep off. Mimicking sleep will take longer, but I can see it happening." Foster envisages a world where it's possible, or even routine, for people to be active for 22 hours a day and sleep for two. It is not a world that everyone likes the sound of. "I think that would be the most hideous thing to happen to society," says Neil Stanley, head of sleep research at the Human Psychopharmacology Research Unit in the University of Surrey, UK. But most sleep researchers agree that it is inevitable.

If that sounds unlikely, think about what is already here. Modafinil has made it possible to have 48 hours of continuous wakefulness with few, if any, ill effects. New classes of sleeping pills are on the horizon that promise to deliver sleep that is deeper and more refreshing than the real thing. Further down the line are even more radical interventions - wakefulness promoters that can safely abolish sleep for several days at a stretch, and sleeping pills that deliver what feels like 8 hours of sleep in half the time. Nor is it all about drugs: one research team even talks about developing a wearable electrical device that can wake your brain up at the flick of a switch.

To some degree, we are already adept at controlling sleep. Most people in full-time work deprive themselves of sleep during the week, deliberately or otherwise, and catch up at the weekend. We often augment our sleep-suppressing powers with caffeine, nicotine or illegal stimulants such as cocaine and amphetamines. We are also highly dependent on substances that help us sleep. According to some estimates, 75 per cent of adults suffer at least one symptom of a sleep problem a few nights a week or more. In 1998, a team from the Henry Ford Health Sciences Research Institute in Detroit, Michigan, published a study revealing that 13 per cent of adult Americans had used alcohol to help them get to sleep in the previous year, and 18 per cent had used sleeping pills (Sleep, vol 21, p 178).

Despite the enormous resources that we pour into getting good sleep and wakefulness when we want them, most of the drugs at our disposal are crude instruments at best. The vast majority of sleeping pills - known in the business as hypnotics - are simply "knockout drops" that put you in a state almost like sleep but without its full restorative properties. "Hypnotic-induced sleep is better than no sleep, but it isn't natural sleep," says Stanley. With their addictive nature, the drugs we use to keep us awake, such as coffee and amphetamines, are even worse. In combination with our clock-watching lifestyles, these sleep and wake aids are driving ever more people into what Foster calls the "stimulant-sedative loop" where they need nightly help getting to sleep and daily help staying awake.

Modafinil has changed the rules of the game. The drug is what's known as a eugeroic, meaning "good arousal" in Greek. It delivers natural-feeling alertness and wakefulness without the powerful physical and mental jolt that earlier stimulants delivered. "There are no amphetamine-like feelings," says Yves. And as Yves' way of taking it shows, being on modafinil doesn't stop you from falling asleep if you want to.

In fact, its effects are so subtle that many users say they don't notice anything at all - until they need to. "I wouldn't say it makes me feel more alert or less sleepy. It's just that thoughts of tiredness don't occur to me," says Yves. "If there's a job at hand that I should be doing, I'm focused, but if I'm watching a movie or something, there is no effect."

People who take modafinil for medical reasons usually take just enough of the drug in the morning to see them through the day, but it also seems to be able to deliver sustained wakefulness - for a couple of days at least. "The military has tested sequential dosing," says Jeffrey Vaught, president of R&D at Cephalon, modafinil's Pennsylvania-based manufacturer. "It works for 48 hours or so, but eventually you need to sleep."

Perhaps the most remarkable thing about modafinil is that users don't seem to have to pay back any "sleep debt". Normally, if you stayed awake for 48 hours straight you would have to sleep for about 16 hours to catch up. Modafinil somehow allows you to catch up with only 8 hours or so. Well before Cephalon took an interest in the drug, French researchers discovered this effect in cats back in the early 1990s (Brain Research, vol 591, p 319), and it has since been found to apply to humans too.

I wouldn't say it makes me feel more alert or less sleepy. It's just that thoughts of tiredness don't occur to me

So how does modafinil work? "No one really knows," admits Vaught. He says that Cephalon thinks it understands the drug, but is keeping the details under wraps. What is clear is that, like other stimulant drugs, modafinil prevents nerve cells from reabsorbing the excitatory neurotransmitter dopamine once they release it into the brain. The difference is that it somehow does so without producing the addictive highs and painful crashes associated with most stimulants. A number of independent studies suggest that this might be because it also interferes with the reuptake of another neurotransmitter, noradrenalin.

However it works, modafinil is proving hugely successful. Since it hit the market in 1998, sales have been climbing steadily - from $25 million in 1999 to around $575 million in 2005. Cephalon insists that the drug is for treating "medical" sleepiness caused by diseases such as narcolepsy and sleep apnoea.

Even so, it's clear that modafinil is becoming a lifestyle drug for people like Yves who want off-the-peg wakefulness. "At first I got it from a friend, and then I got diagnosed as a narcoleptic online," says Yves.

All the indications are that modafinil is extremely safe. The drug can have side effects, most commonly headaches, but up to now there have been no severe reactions, says Vaught. In fact, it is hard to find anyone with a bad word to say about modafinil, except that there may be unseen problems down the line as the drug becomes more widely used. "I think it's unlikely that there can be an arousal drug with no consequences," says Foster. In the long run, it is possible that casual users might have to keep upping their dose to get the same effect. Stanley has similar worries. "Is it a potential drug of abuse?" he asks. "Will it get street value? We'll see."

Cephalon does not seem to be worried. Modafinil's success has spurred it to develop a successor, armodafinil. The company is also developing other eugeroics - one experimental drug called CEP-16795 switches off the H3 histamine receptor, which appears to be one of the molecular switches that controls the sleep-wake cycle. However, Vaught claims that the original will be a tough act to follow. "Modafinil is very effective and very safe," he says. "How do you beat it?"

There are ideas as to how. Last year, Sam Deadwyler of Wake Forest University in Winston-Salem, North Carolina, reported the results of an experiment with a drug called CX717. The findings suggest that modafinil won't have the field to itself forever.

Deadwyler kept 11 rhesus monkeys awake for 36 hours, throughout which they performed short-term memory and general alertness tests (Public Library of Sciences Biology, vol 3, p 299). At that level of sleep deprivation, a monkey's performance would normally drop to the point where it could barely function at all, but Deadwyler found that CX717 had remarkable restorative powers. Monkeys on the drug were doing better after 36 hours of continual wakefulness than undrugged monkeys after normal sleep. When Deadwyler imaged their brains with functional magnetic resonance imaging, (fMRI), he found that the drug maintained normal activity even in severely sleep-deprived individuals. The results build on those of an earlier, small-scale trial on 16 men that found CX717 could largely reverse the cognitive decline that comes with 24 hours of sleep deprivation (New Scientist, 14 May 2005, p 6).

Soldiers get high

CX717 belongs to a class of drugs called ampakines, which subtly ramp up brain activity by enhancing the action of its main excitatory neurotransmitter, glutamate. Cortex Pharmaceuticals of Irvine, California, which developed CX717, originally saw the drug as a cognitive booster for people with Alzheimer's, but it is its potential to counter the effects of sleep deprivation that is attracting the most attention.

Later this year, the Defense Advanced Research Projects Agency (DARPA), based in Arlington, Virginia, will put CX717 through its paces as a wakefulness promoter for combat. In an experiment designed to mimic the harsh demands of special ops, investigators will push 48 volunteers to the limit - four consecutive nights of hard work with only 4 hours of recovery sleep in between. "They'll go from being tired to exhausted to crashing," says Roger Stoll, Cortex's chief executive. For some of them, however, the ordeal will be softened by regular doses of CX717. DARPA hopes the drug will counteract the sleep deprivation.

The trial should help answer some outstanding questions about CX717's potential. "We don't know yet if it eliminates feelings of sleepiness," says Stoll. "The early signs are that people function better, their brain is a little more hyped. But we haven't tested sleepiness directly." As with modafinil, the evidence suggests that people struggle to tell if they're on the drug or not, and that hasn't turned out to be much of a problem for modafinil.

Whatever the outcome of the DARPA trial, CX717 won't be the last word on eugeroics. Stoll says Cortex has similar but more powerful molecules up its sleeve. Thought they are being developed mainly as memory enhancers, some may turn out to be powerful wakefulness promoters too. Industry giants GlaxoSmithKline and Eli Lilly have ampakine programmes of their own, and at least one other company, Arena Pharmaceuticals of San Diego, California, has declared an interest in wakefulness promoters, though it hasn't released any details of its research.

When and if those drugs come through, the US military is sure to be interested. DARPA is one of the most active players in the drive to conquer sleep, setting up and funding much of the basic research on wakefulness. The army and air force have research programmes too.

It's easy to see why DARPA is interested. "We make the assumption that soldiers are going to be sleep-deprived," says DARPA neuroscientist Amy Kruse, who runs the agency's sleep-deprivation research programme. "We want to know what we can do to bring them back up to the level they would be at if they had a good night's sleep."

When DARPA talks about sleep deprivation, it really means it. Soldiers on special ops sometimes have to be awake, alert and active for 72 hours at a stretch with only minimal rest. That's like starting work on Monday morning and not stopping until Thursday. "Three days, that's when they really start hurting," says Kruse.

The military has a long history of using caffeine and amphetamines to get its people through. It has now added modafinil to the list, and is clearly interested in CX717. And Kruse says she is confident that there is lots of room for further improvement.

Last year, a DARPA-funded team led by Giulio Tononi at the University of Wisconsin Madison discovered a strain of fruit flies that gets by on just a third the normal amount of sleep. The "minisleep" mutant carries a change to a single gene, encoding a protein involved in potassium transport across cell membranes. Intriguingly, defects in potassium channels are associated with reduced sleep in humans, particularly in the autoimmune disease Morvan's syndrome, one symptom of which is chronic sleeplessness. What that suggests, says Kruse, is that new drugs designed to latch onto potassium channels in the brain could radically alter the need for sleep. There are also likely to be other molecular targets in the brain just waiting to be exploited, she says.

I'm the guy who puts sleep-deprived pilots in a plane, gives them drugs and says, did it work?

DARPA is meanwhile pursuing other strategies to conquer sleep deprivation. At Yaakov Stern's lab at Columbia University in New York, DARPA-funded neuroscientists have used fMRI to image the brains of sleep-deprived people, to find out which regions are affected when you are very tired. Then they used a transcranial magnetic stimulation (TMS) machine - routinely used to switch localised brain regions on and off - to switch off those areas and see if that reversed the effects.

"This is all proof of concept," says Stern. "It's hard to imagine a sleep deprived pilot using TMS," not least because the machines are too bulky to fit in a cockpit. "The next step is to apply TMS before or during sleep deprivation to see if it blunts the effect. That has more of a shot at a lasting effect." Stern says his team is also looking into a new technique called DC brain polarisation, which has similar brain-boosting effects to TMS but uses DC current instead of magnetism. The beauty of this "poor man's TMS" is that the equipment is significantly smaller and cheaper - it could even be incorporated into headgear that gives you a jolt of wakefulness at the flick of a switch. And then there's always neurofeedback - training people to activate the brain regions that get hit by sleep deprivation, effectively willing themselves awake.

The military isn't just interested in wakefulness. It also has a keen interest in the other side of the coin. John Caldwell works at the US Air Force Research Laboratory in San Antonio, Texas. He has spent most of his career testing the effects of stimulants, including modafinil, on pilots. "I'm the guy who puts sleep-deprived pilots in a plane, gives them drugs and says, did it work?" he says. He has also done a handful of studies on sleep aids - testing the best way to help night pilots sleep well during the day, for example. In recent months Caldwell has become aware that there is a quiet revolution going on in sleep medicine. "There's a new idea out there," he says. "Drugs that change sleep architecture."

Sleep researchers have known for over 50 years that sleep isn't merely a lengthy period of unconsciousness, but consists of several different brain states (see Diagram). How those states are put together to build a full night's sleep is called sleep architecture.

Catching the slow waves

In the past, says Caldwell, sleeping pills were designed not to mess with sleep architecture, although they generally do, suppressing the deepest and most restorative "slow-wave" sleep in favour of shallower stage 2 sleep. Now, though, modifying sleep architecture is seen as the way forward. There are two new drugs in the offing that significantly increase the amount of slow-wave sleep. One of them, gaboxadol, made by Merck, is in phase III clinical trials and could be on the market next year. To Caldwell these drugs hold out the promise of a power nap par excellence. "Maybe you can make a short period of sleep more restorative by filling it with up with slow-wave sleep," he says.

Much like modafinil, gaboxadol and the other slow-wave sleep promoter - Arena Pharmaceuticals' APD125, currently in phase II - are the start of something bigger. For more than 35 years, sleeping pills have been a one-trick pony. If you wanted to send someone to the land of nod, there was only one way of doing so - targeting the neurotransmitter GABA, which is the brain's all-purpose dimmer switch. Old-fashioned hypnotics such as barbiturates and benzodiazepines work by making neurons more sensitive to the soporific effects of GABA. It's also why alcohol makes you sleepy. Even the newer, cleaner sleeping pills, such as the market leader Ambien, work through the GABA system.

Manipulating the GABA system is a sure-fire way of putting people to sleep, but it has its problems. One is that the brain adapts to the drugs, which means that most cannot be taken for more than a few days without losing their potency. The effects often linger well into the morning, making people feel groggy and hung over. Many are also addictive.

What's more, sleep quality has rarely been considered. "In the past we would take a hypnotic and say, does it put you to sleep?," says Stanley. "That's a pretty inexact way of dealing with it. In that respect, alcohol is a good hypnotic." Now, however, there is a recognition that there is much more to sleep than the GABA system. Last year the first non-GABA sleeping pill came onto the market - the first new class of hypnotic for 35 years. Rozerem, made by Japanese firm Takeda, mimics the effects of the sleep-promoting hormone melatonin. Nor is it the only one. There are at least three other new classes of hypnotic that don't go anywhere near the GABA system. And though gaboxadol works through GABA, it hits a type of receptor that has never been targeted by drugs before.

According to Stanley, there is even more scope for improvement. "It is possible that pharmaceuticals will allow you a condensed dose of sleep," he says, "and we are not that far away from having drugs that put you to sleep for a certain length of time." He predicts you could soon have tablet combining a hypnotic with an antidote or wakefulness promoter designed to give you a precise number of hours' sleep. "A 4, 5 or 6-hour pill."

We seem to be moving inescapably towards a society where sleep and wakefulness are available if not on demand then at least on request. It's not surprising, then, that many sleep researchers have nagging worries about the long-term impact of millions of us using drugs to override the natural sleep-wake cycle.

Stanley believes that drugs like modafinil and CX717 will tempt people to overdose on wakefulness at the expense of sleep. "Being awake is seen to be attractive," he says. "It's not cool to be asleep." Foster has similar worries. "It seems like that technology will help us cope with 24/7, but is coping really living?" he asks. Others point out that there are likely to be hidden health costs to overriding our natural sleep-wake cycles. "Pharmaceuticals cannot substitute for normal sleep," says Vaught.

Still, even the doubters admit that to all intents and purposes we are already too far down the road of the 24-hour society to turn back. For millions of people, good sleep and productive wakefulness are already elusive, night work or nightlife a reality, and the "stimulant-sedative" loop all too familiar. As Vaught puts it, "We're already there." So why not make it as clean and safe as possible?

From issue 2539 of New Scientist magazine, 18 February 2006, page 34

Fonte: NewScientist.com

Yummy.

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Chocolate.

Not giving up

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Shtuff happens...

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As novas sete maravilhas...

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Está a decorrer, desde o passado dia 1 de Janeiro, uma votação para as Sete Maravilhas do Mundo Moderno.
A votação termina no próximo ano, em Julho, e os sete concorrentes mais votados serão anunciados em Lisboa, no dia 7 de Julho de 2007.
A data não foi escolhida ao acaso. Já que são sete maravilhas, toda a data gira em volta do número sete: 7 do 7 de 2007, que calha num Sábado, o sétimo dia da semana. Será um sinal de que o mundo vai acabar? ;)
As votações podem ser feitas online ou por telefone. Claro, são pagas. Os lucros (ou parte deles...) decorrentes das votações vão ser utilizados para reconstruir e reformar alguns monumentos e locais por todo o mundo. :)

"Black and White"

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Estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Festival "Black and White" da Universidade Católica do Porto. :)

Mais info.

Christmas on the way

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Hoje fui com os meus dois melhores amigos do curso até Santa Catarina, já que tínhamos 3 horas de intervalo.
Reparámos que já anda por aí o espírito natalício a assolar as mais puras almas: sim, isso mesmo que vocês pensaram! Já há Pais Natal a cometerem suicídio nas entradas das lojas dos chineses (e nas outras também)!!!!
Nãaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaao! Alguém nos salve! Nós somos dementes, somos suicidas e somos hipocondríacos, mas não é caso para tanto!! Mas porque raio é que alguém quer ter uma daquelas coisas, como um Pai Natal a trepar um fio de contas que lhe trespassa a tripa, em casa? E mais, quem é que quer que os outros descubram que se tem uma coisa daquelas??? Já era caso para fecharem as lojas que vendem isso!!! (Isto tem uma private joke no meio... :P) Pior ainda são as bandeiras de Portugal que piscam a toda a força e os bonecos que dão música!!!
E ainda dizem que o Natal é a altura do ano para se ser solidário para com os outros. Percebam a dica: assim não vão longe. Se queres inimigos, arranja Pais Natal destes que eu referi, sim? E, de preferência, pendura-o na janela do teu quarto. Se forem luminosos e derem música (alta) ainda melhor! Mas que raio! Fora com os Pais Natal da China a cantar o "Wiwitchu" (quem será o primeiro a mandar-me este mail este ano? :P)!

Bom fim-de-semanaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

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Bem... talvez seja um bocadinho cedo, para isso... :$ Blooming mondays!

Hallowe'en atrasado. :)

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Às Multimédicas

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Mulher Multimédia:
Faz com que tudo pareça mais bonito.



Recebi isto num mail da Ana (aka Anapes). :D

He's good!

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Proshpero is back! :D

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Anúncios fixes da Sony :D

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Pesquisa por "sony commercial"

Sony Vaio (:


sony Bravia (versão completa)


Sony Bravia (o meu preferido =D)



Cortesia do YouTube.
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Escrever. Pela pura vontade de escrever. Pela vida que corre nas veias de cada um dos meus dedos e que me trespassa, lentamente, por outrora vigorosos nichos de pele.
Sangue. Essa seiva símbolo de vida, mas não necessariamente de vitalidade. Onde anda a vitalidade? Quero-te. E quero-te vida.

IMAGENS DO REAL IMAGINADO

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IMAGENS DO REAL IMAGINADO

Ciclo sobre fotografia e cinema documental - 3ª edição

(no Cinema Passos Manuel)

O Mundo

Começamos pelo fim. O Mundo, um filme do cineasta Jia Zhang-Ke, é uma metáfora da China de hoje. Construído a partir do parque temático de Pequim com o mesmo nome e no qual é possível encontrar réplicas de grandes dimensões de monumentos como o Big Ben, a Torre Eiffel, a Estátua da Liberdade ou as pirâmides do Egipto, o filme aborda a trama de relações que se vão fazendo e desfazendo entre as diversas personagens que, por qualquer razão, partilham aquele espaço que no espaço do ecrã adquire uma espécie de ressonância surreal. E, surreal, porquê? Porque a realidade do parque, pretendendo ser uma representação tangível desse outro mundo exterior que ao longo dos séculos foi impondo a sua marca cultural e civilizacional corresponde, afinal, neste caso, no plano simbólico, à distância onírica que separa o valor de ambas as faces de uma mesma moeda: de um lado, a imagem de um país, a China, onde o crescimento e a modernização não têm paralelo na história recente da humanidade; do outro, a imagem de uma sociedade, a chinesa, aturdida, dividida entre o choque da competitividade e o peso de uma tradição e cultura milenares.

O que parece ser norma do processo de globalização, tal como o vamos conhecendo, é a aplicação de um modelo economicista de desenvolvimento, ou seja, o entendimento da economia como um valor em si mesmo e não como pilar de uma organização social cuja prioridade é o homem e o seu bem estar. Este modelo necessita, naturalmente, de um outro, no plano simbólico, por forma a operar um efeito de legitimação. Para autores como Chomsky é justamente essa a função do sistema de media que opera à escala global. A ele competiria definir as estratégias de sedução e as ilusões necessárias de modo a induzir os consentimentos necessários. Nada, porém, é linear. Pelo contrário, o sistema é em si mesmo contraditório e, como tal, está sujeito a episódios de disfuncionalidade, eventualmente irreversíveis. São características das mensagens dos media, por um lado a entropia e, por outro, aquilo que numa leitura pós-moderna remete para a emancipação do significado na sua relação com o real. No primeiro caso, é requerida alguma forma de capacidade de organização da informação, no segundo, há o inconveniente de a determinada altura a historicidade entrar em conflito com as suas representações.


É justamente neste ponto que encaixa Good Night, and Good Luck de George Clooney. Ao recuperar um mito americano, a liberdade de informação, através de um episódio célebre da história do jornalismo protagonizado pela figura lendária de Edward R. Murrow, Clooney está mais interessado em questionar os dispositivos e as rotinas actuais da produção das notícias na televisão dos Estados Unidos, do que, propriamente, em fazer ressuscitar a “caça às bruxas” do senador Joseph McCarthy. Ou melhor, as inquirições de McCarthy e a coragem demonstrada por Murrow, mesmo perante a ambígua pressão dos seus patrões da CBS, são apenas sinais de alerta para a situação que ameaça, hoje, gerar uma atmosfera de desinformação globalizada, a qual tem na propaganda e no infotainment as suas manifestações mais perversas.

Neste contexto, The City Beautiful, o documentário do cineasta indiano Rahul Roy, surge como uma peça de resistência. A elucidação que faz da vida de duas famílias de tecelões da periferia de Nova Deli, num registo de observação não intrusivo, corresponde ao retrato de uma exclusão social cujos efeitos são simplesmente implosivos, mas cuja visibilidade é praticamente nula ou tratada em termos de faits divers nos media de grande difusão. O mesmo poderia dizer-se de El Cielo Gira de Mercedes Alvarez, uma peregrinação da cineasta ao lugar de origem, Aldealseñor, pequena aldeia de Soria agora reduzida a 14 habitantes e um pintor. Aldealseñor e a sua História de mil anos, em breve, irão desaparecer sem deixar testemunhas. Em qualquer dos casos, com Roy ou Alvarez, o tema é ainda o nosso mundo. Esse mesmo de cujas representações também já tivemos conhecimento no interior de antigas salas de cinema - lugares de mistérios, fantasmagorias e revelações - revisitadas nos filmes experimentais do austríaco Gustav Deutsch numa espécie de corpo a corpo com a memória ou, se quisermos, num combate contra a rarefacção simbólica que parece afectar o nosso tempo.

Finalmente, numa outra perspectiva, Mark Durden toma como ponto de partida a obra de dois fotógrafos contemporâneos, Paul Seawright e Luc Delahaye, para reflectir sobre os caminhos da arte e do fotojornalismo. No caso de Seawright propõe-se fazer uma leitura do seu trabalho no Afeganistão, Hidden, uma encomenda do Imperial War Museum de Londres. Quanto a Luc Delahaye, procurará fixar o olhar numa série de fotografias panorâmicas e sobre acontecimentos da actualidade mundial que passam igualmente pelo Afeganistão, mas, também pela guerra ao Iraque. A guerra e o saque, a cujas representações, muitas vezes, está associado um toque de luxo e glamour, são, afinal, sinais dos tempos.

Que mundo globalizado, então, é este em que vivemos? Quais as suas representações? Como lidar com a construção da realidade e com os seus artifícios? Quais os limites da Fotografia e do Cinema Documental ou, dito de outro modo, até onde vão os seus poderes de revelação do real?

O ciclo Imagens do Real Imaginado – O Mundo, mais do que dar respostas propõe-se motivar a interpelação, suscitar dúvidas e, se possível, pela via da surpresa, seduzir e gerar perplexidade: não será esse o processo mais estimulante para induzir a vontade de conhecimento, seguindo os labirintos cuja exploração também passa pelo prazer do texto?

Novembro, 2006

Jorge Campos

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Horário

6 de Novembro

14.30 - Masterclass com Jorge Campos: “De Edward R. Murrow à invasão do Iraque: uma digressão sobre o cinema informativo e o documentário político na América”

17.30 -“Boa Noite, e Boa Sorte” (Good Night, and Good Luck)

21.30 - Boa Noite, e Boa Sorte” (Good Night, and Good Luck)

7 de Novembro

14:30 - “O Céu Gira” (El Cielo Gira)

17.30 - Masterclass com Mercedes Alvarez (Espanha): “El Turista y el Viagero”

21.30 - “O Céu Gira” (El Cielo Gira)

8 de Novembro

14.30 - Masterclass com Rahul Roy (India): “My personal search for meaning”

17.30 - "The City Beautiful"

21.30 - "The City Beautiful"

9 de Novembro (em colaboração com Curtas metragens CRL/Solar Galeria de Arte Cinemática - Vila do Conde e a Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto)

14.30 - Masterclass com Gustav Deutsch (Áustria): “FILM IST”

17.30 - World Mirror Cinema (WELT SPIEGEL KINO)

  • episÓdio 1: Kinematograf Theater Erdberg / Viena / 1912

  • episÓdio 2: Apollo Theater / Surabaya / 1929

  • episÓdio 3: Cinema São Mamede Infesta / Porto / 1930

21.30 - World Mirror Cinema (WELT SPIEGEL KINO)


10 de Novembro

14.30 - Masterclass com Mark Durden (Inglaterra): Documentário Fotográfico Artístico (Paul Seawright e Luc Delahaye)

17.30 - “O Mundo” (SHI JIE)

21.30 - “O Mundo” (SHI JIE)

Placebo - Pure Morning

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Acho-a sexy :x

Animal-friendly world

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Alerta!

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Se receber uma mensagem SMS no seu telemóvel dizendo: "Enfia o telemóvel no cú" - não enfie !!!
Retire a bateria primeiro, pois há risco de choque eléctrico.

Divulgue este alerta.

Com a saúde e a peida dos meus amigos eu não brinco!

Cansada

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Ando mesmo cansada. Cansada não, estourada. Mas ando assim há semanas, praticamente desde que o semestre começou. E hoje o dia foi melhor ainda: andei a ajudar a carregar computadores de uma sala no piso de baixo de tudo (para quem conhece a minha faculdade é a sala que está à beira de uma porta que dá para o parque de estacionamento, a sala 6 - mas essa porta está sempre fechada) para uma sala no piso de cima, no segundo piso (mais uma vez, para quem conhece é sapiente nestas matérias, é a sala 10, uma que fica na direcção da outra, mas tudo lá em cima, à beira do tecto que tem mofo).

E melhor ainda é andar a tomar medicação para o sistema digestivo que me dá imenso sono. Mesmo muito. Hoje adormeci numa aula, na de Inglês, só para verem a dimensão da coisa. E ia apagando em Direito! Cada vez me custa mais ir às aulas, mas tenho feito o esforço por ir - sim, quero acabar o curso este ano e, se possível, com melhores notas do que no ano passado.

O que me chateia são colegas meus que são do mais irresponsável que há. A saberem que temos trabalhos, nomeadamente um que é de turma, não ligam puto àquilo. Digamos que o traje lhes afecctou a cabeça. Amores, para o ano o curso continua a existir! E mais, se não quiserem sair este ano, eu agradeço! Menos concorrência! Ah! E aos grupos de Grafismo e de Conteúdos: é tão bom quando não se trabalha e ainda se reclama, não é? (Alguém há-de descobrir a quem esta carapuça serve :P).

Estou mesmo cansada, acho que vou dormir ou assim.

Ovo ou OVNI - O essencial da culinária

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Olá.

Isto É PUBLICIDADE. :P
Este é um trabalho para a cadeira de Multimédia e Ensino (4º ano, Comunicação Multimédia). É um trabalho de turma a funcionar até Dezembro/Janeiro. Chama-se Ovo ou OVNI - O essencial da culinária e funciona em plataformas online. A mais relevante para o caso é o blog.
Visitem, porque, um dia destes, há de valer a pena vê-lo. =x Ainda está no princípio (muito beta-testing!), mas, esperançosamente, há-de valer a pena.
Ah!, e, se possível, passem a palavra. Não há nada como boa publicidade gratuita! :)


Obrigada.

Vamos ao BES? =D

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Wuv Wool

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Agora.

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Doing: Planeamento para Multimédia e Ensino, projecto "Ovo ou OVNI - O essencial da culinária"

Listening to
: Idlejamm - Black Cherries

Idlejamm... Banda de um gajo que anda no DeviantArt, smashmethod. Vale a pena darem uma espreitadela à galeria dele. :)

Piadinhas :P

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What did the big lightbuld say to the little lightbulb?
You're to young to out tonight!

What's the name of the fastest dinosaur?
Prontosaurus.

Why couldn't Noah do any fishing while he was on the arc?
Because he only had two worms.

Why can't you feed a teddy bear?
Because he is already stuffed!
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Aos alunos e docentes do Curso de Jornalismo,


Informa-se que as barreiras no parque de estacionamento vão entrar em funcionamento no próximo dia 12/10/06, quem tiver comprado o cartão deverá dirigir-se à secretária para efectuar o levantamento.

Atenciosamente,
Paula Oliveira - Serviço de Informática



Comments anyone? São 20€, para quem ainda não saiba. Não basta pagar propinas, o parque ser pequeno e agora ter dois lugares inúteis (o chão cedeu :P).
Era bom que alguém se mexesse, porque não é justo.

:)

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E pronto, só mais uma tira. :)
Acho que hoje não vou pôr mais nenhuma tira.

Whatever!

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You can't fight my "whatever"! =D
Adorei esta :)

Life can be good

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se a esta hora não estiver em Novos Média... :S ;_; Vou fazer um eBook, yay... :|

Gosto do Outono :)

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Especialmente das castanhas :D

Ainda bem que provei e não gostei... and I'm a c00kie m0nstah!

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Bolachas da Proalimentar retiradas do mercado


A empresa multinacional United Biscuits (UB) retirou do mercado as bolachas Fruit & Form Frutos do Bosque e Maçã e Canela, da Proalimentar, por poderem conter peças metálicas, avançou hoje a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).

Num anúncio publicado hoje na imprensa, a UB informa que iniciou a recolha de três lotes da Proalimentar (detida em Portugal pela Triunfo) como "medida preventiva", por poderem não estar em conformidade com os padrões de qualidade definidos.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a UB esclareceu que a contaminação terá tido origem num lote de farinha de arroz.

Trata-se de "fio de arame metálico encontrado num lote de farinha de arroz", proveniente de uma ruptura de um peneiro metálico do fornecedor.

As bolachas em causa poderão conter peças metálicas de aço inoxidável com 0,2 milímetros de espessura e 10 a 70 milímetros de comprimento, segundo as informações que foram transmitidas pela multinacional à ASAE.

A empresa acrescenta que "a probabilidade de existir uma bolacha afectada é de um em cada 1,5 milhões" e que a probabilidade de risco grave para a saúde é 0,1 a 0,2 por cento, caso se verifique a ingestão do produto afectado.

"A empresa estimou que a possibilidade da presença de partículas metálicas nas bolachas à venda em Portugal é de quatro por cento", disse o porta-voz da ASAE, Manuel Lage.

A UB já começou a recolher o produto junto dos seus clientes e calcula que deverão estar ainda à venda 3250 pacotes de bolacha.

As bolachas Fruit & Form Frutos do Bosque e Maçã e Canela foram lançadas recentemente no mercado português, tendo sido produzidas cerca de 35 mil unidades, adiantou o porta-voz da ASAE.

No anúncio hoje publicado, a UB disponibiliza uma linha de contacto para o consumidor (800 206 131) e pede aos consumidores que enviem os produtos para o Apartado 40, 2726-901, Mem Martins, garantindo o seu reembolso.


Inserido em 2006-07-12 Autor: Jornal Público


P.S. - Não sei a que mercado se referem, porque ainda há à venda na minha faculdade. Mas realmente ir àquelas máquinas de vending lá é suicídio. E premeditado. :P

More Placebo

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I wrote this novel just for you
It sounds pretentious but it's true
I wrote this novel just for you
That's why it's vulgar
That's why it's blue
And I say, thank you
And I say, thank you

I wrote this novel just for Mom
For all the mommy things she's done
For all the times she showed me wrong
For all the time she sang god's song
And I say thank you Mom
Hello Mom
Thank you Mom
Hi Mom

I read a book about Uncle Tom
Where a whitey bastard made a bomb
But now Ebonics rule our song
Those motherfuckers got it wrong
And I ask
Who is uncle Tom?
Who is uncle Tom?
Who is uncle Tom?
You are

I read a book about the self
Said I should get expensive help
Go fix my head
Create some wealth
Put my neurosis on the shelf
But I don't care for myself
I don't care for myself
I don't care for myself
I don't care

I wrote this novel just for you
I'm so pretentious, yes it's true
I wrote this novel just for you
Just for you
Just for you



Título: Blue American
Por: Placebo
Álbum: Black Market Music (2000)

Human trafficking

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Amanhã tenho a minha apreentação oral a Inglês. Ficam aqui os apontamentos (porque alguém mos pediu e tem a caixa de email cheia, não é?) para verem, se vos apetecer.

From Himalayan villages to Eastern European cities, people, especially women and girls, are attracted by the prospect of well-paid jobs. Traffickers recruit victims through fake advertisements, mail-order bride catalogues and casual acquaintances.

Upon arrival at their destination, victims are placed in conditions controlled by traffickers while they are exploited to earn illicit revenues. Many are physically confined, their travel or identity documents are taken away and they or their families are threatened if they do not cooperate. Women and girls forced to work as prostitutes are blackmailed by the threat that traffickers will tell their families. Trafficked children are dependent on their traffickers for food, shelter and other basic necessities. Traffickers also play on victims' fears that authorities in a strange country will prosecute or deport them if they ask for help.

Trafficking in human beings is a global issue, but a lack of systematic research means that reliable data on the trafficking of human beings that would allow comparative analyses and the design of countermeasures is scarce. There is a need to strengthen the criminal justice response to trafficking through legislative reform, awareness-raising and training, as well as through national and international cooperation. The support and protection of victims who give evidence is key to prosecuting the ringleaders behind the phenomenon.

Human trafficking can be broken into three constituent parts:

- The act(ion) of: recruitment, transportation, transfer, harbouring or receipt of persons;

- By means of: threat or use of force, coercion, abduction, fraud, deception, abuse of power or vulnerability, or giving payments or benefits to a person in control of the victim;

- For the purpose of exploitation, which includes, at a minimum, exploiting the prostitution of others, other forms of sexual exploitation, forced labour or services, slavery or similar practices, and the removal of organs.

How is “trafficking in persons” different from the smuggling of migrants?

Consent: The smuggling of migrants, while often undertaken in dangerous or degrading conditions, involves migrants who have consented to the smuggling. Trafficking victims, on the other hand, have either never consented or, if they initially consented, that consent has been rendered meaningless by the coercive, deceptive or abusive actions of the traffickers.

Exploitation: Smuggling ends with the migrants' arrival at their destination, whereas trafficking in persons involves the ongoing exploitation of the victims in some manner to generate illicit profits for the traffickers. From a practical standpoint, victims of human trafficking also tend to be affected more severely, become more traumatized by their experiences and are also in greater need of protection from revictimization and other forms of further abuse than are smuggled migrants.

Transnationality: Finally, smuggling is always transnational, whereas trafficking in persons may not be. Human trafficking can occur regardless of whether victims are taken to another country or only moved from one place to another within the same country.

Fact sheet on human trafficking

Over the past decade, trafficking in human beings has reached epidemic proportions. No country is immune. Motives: economic disparity, high unemployment, disruption of traditional livelihoods.

Trafficking in human beings is not confined to the sex industry. Children are trafficked to work in sweatshops as bonded labour and men work illegally in the "three D-jobs" – dirty, difficult and dangerous. A recent CIA report estimated that between 45,000 to 50,000 women and children are brought to the United States every year under false pretenses and are forced to work as prostitutes, abused labourers or servants. UNICEF estimates that more than 200,000 children are enslaved by cross-border smuggling in West and Central Africa.

Additionally, the spread of HIV/AIDS among victims trafficked into prostitution makes victim support and repatriation a public health issue. The treatment of victims as a commodity is also a violation of their most basic rights to freedom, autonomy and human dignity.

In the UK:

Up to 15,000 women are trafficked annually for the purpose of sexual exploitation. Women from Eastern Europe, particularly from Albania, Romania, Bulgaria, and Lithuania are brought to the U.K. for the sex trade. The U.K. has become susceptible to child trafficking. Children from Africa are brought to Britain for domestic servitude or sexual exploitation. While women and children are trafficked primarily for sexual exploitation, men are exploited in sweatshops or in the agricultural industry.

January 2002: the U.K. passed a stop-gap measure under the Nationality, Immigration and Asylum Act that makes trafficking for prostitution a criminal offense with a maximum penalty of 14 years in prison. The Sexual Offenses Bill expected to pass later this year will replace the stop-gap measure. This new bill comprehensively reforms and modernizes the law on sexual exploitation.

The lack of reliable statistics can be attributed to a number of factors. Many countries lack antitrafficking in persons legislation. Even when legislation is in place, laws may only define human trafficking as applying to certain exploitative practices, such as sexual exploitation, and not other forms of exploitative behaviour. Moreover, in many countries, the definition of human trafficking applies only to the exploitation of women and children overlooking the exploitation of adult male victims. Further, if comprehensive laws do exist, they are not always enforced and victims may not be recognized as victims of crime but may be seen as smuggled migrants.

In a study of the magnitude of human trafficking in the United Kingdom, Kelley and Regan, basing their study on 71 known cases, extrapolated the actual figure at between 142 and 1420 cases annually. The Dutch National Rapporteur Against Trafficking in Human Beings estimates that only 5% of victims report their victimization or come to the attention of government .

According to the United States Department of State´s "Trafficking in Persons" (TIP) report for the year 2005, the number of people globally trafficked across international borders is between 600,000 and 800,000 per year. The main criticism of human trafficking estimates is that the ranges are often excessively wide, sometimes as much as a high of 10 times that of the low estimate.


GPAT – Global Programme Against Traficking in Human Beings

Designed by the UN Office on Drugs and Crime (UNODC) in collaboration with the United Nations Interregional Crime and Justice Research Institute (UNICRI). Launched in March 1999.

Assists Member States in their efforts to combat trafficking in human beings. Highlights the involvement of organized criminal groups in human trafficking. Promotes the development of effective ways of cracking down on perpetrators.

Its objective is bringing to the foreground the involvement of organized criminal groups in human trafficking and to promote the development of effective criminal justice-related responses. The GPAT's key components are data collection, assessment and technical cooperation.

Assessment: The assessment component of the Programme, performed in cooperation with UNICRI, includes data collection on various smuggling routes and the methods used by organized criminal groups in trafficking. The UN is also collecting "best practices" used in combating trafficking and the involvement of organized crime. A database containing trafficking trends and routes, as well as information about victims and traffickers has been established so that policymakers, practitioners, researchers and the NGO community can use the collected data.

Technical Cooperation: Seven countries are now involved in technical cooperation projects. Specific intervention measures are being introduced that are designed to strengthen the capacity to combat forms of trafficking at the national and international levels. These measures will assist countries of origin, transit and destination to develop joint strategies and practical actions.

At the national level the Programme aims to:

· promote awareness-raising (such as public awareness campaigns) of trafficking in human beings and especially strengthen institutional capacity;

· train law enforcement officers, prosecutors and judges;

· advise on drafting and revising relevant legislation;

· provide advice and assistance on establishing and strengthening anti-trafficking elements; and

· strengthen victim and witness support.

At the international level the Programme aims to:

· provide assistance to agencies, institutions and governments as part of an interdisciplinary effort to design effective measures against trafficking in human beings.

Database

Countries of origin: (Based upon the frequency that a country is reported as an origin of trafficking in human beings)

- 11 countries score very high as countries of origin: Belarus, the Republic of Moldova, the Russian Federation and Ukraine (Commonwealth of Independent States); Albania, Bulgaria, Lithuania and Romania (Central and South Eastern Europe); China (Eastern Asia); Thailand (South-Eastern Asia); and Nigeria (Western Africa).

- 27 countries are listed as high: Armenia, Georgia, Kazakhstan, and Uzbekistan (Commonwealth of Independent States); Czech Republic, Estonia, Hungary, Latvia, Poland and Slovakia (Central and South Eastern Europe); Bangladesh, India, Nepal and Pakistan (South Central Asia); Cambodia, Lao PDR, Myanmar, the Philippines and Viet Nam (South-Eastern Asia); Benin, Ghana and Morocco (Africa); Brazil, Colombia, Dominican Republic, Guatemala and Mexico (Latin America and the Caribbean).

Countries of destination: (Based upon the frequency that a country is reported as an origin of trafficking in human beings)

- 10 countries score very high: 5 in Western Europe - Belgium, Germany, Greece, Italy and the Netherlands. 2 Asian: Israel and Turkey, Japan and Thailand. United States

- 21 countries (or territories) are listed as high: Austria, Denmark, France, Spain, Switzerland, United Kingdom (Western Europe); Australia (Oceania); Bosnia and Herzegovina, Czech Republic, Kosovo (Serbia and Montenegro) and Poland (Central and South Eastern Europe); Cambodia (South-Eastern Asia); Canada (North America); the People's Republic of China, Hong Kong China SAR, Taiwan Province of China, (Eastern Asia); Cyprus, Saudi Arabia, United Arab Emirates (Western Asia and Turkey); India and Pakistan (South-Central Asia).

Reported trafficking in Europe:

Central and South Eastern Europe was reported as an origin, transit and destination sub-region, while Western Europe is reported largely as a destination sub-region.

CEE: 4 are very high as origin: Albania, Bulgaria, Lithuania and Romania.

CEE as destination: from the Commonwealth of Independent States.

Western Europe destination sub-region: all origins. Specially to Belgium, Greece, Italy and The Netherlands.

Reported trafficking in Africa:

Destination: Western Europe, followed by Western Africa.

Origin: Nigeria, Benin, Ghana and Morocco. Intra-regional trafficking.

Reported trafficking in Asia:

As origin region: intra-regional trafficking, in particular to Thailand, Japan, India, Taiwan and Pakistan, Bangladesh, Cambodia, India, Lao PDR, Myanmar, Nepal, the Philippines and Viet Nam.

As a destination: mainly from the Commonwealth of Independent States, followed by South-Eastern Asia. Thailand, Japan (Eastern Asia), Israel and Turkey (Western Asia and Turkey).

Reported trafficking in the Commonwealth of Independent States:

Main destinations: Western Europe and North America are the main destinations. Also Central and South Eastern Europe, Western Asia and Turkey.

Origin: Belarus, Moldova, the Russian Federation and Ukraine. The Commonwealth of Independent States is rarely reported as a destination region.

Reported Trafficking in the Americas:

Origin: No country from this region was ranked very high in the citation index as an origin country, but Brazil, Colombia (South America), Dominican Republic (Caribbean), Guatemala and Mexico (Central America) were ranked high in the citation index. Western Europe as the destination for victims trafficked out of this region.

Destination: USA anda Canada.

Reported trafficking in Oceania:

The region comprises of two sub-regions but human trafficking to the region, primarily a destination region, focuses on the sub-region of Australia and New Zealand. Within this region, only Australia ranks high in the citation index. Victims trafficked into Oceania, are reported to be trafficked predominantly from Thailand and Philippines.