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Bonaparte

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Começo por dizer que o nome engana. Não vão entrar no bar e encontrar um narcisista ainda mais baixinho do que eu. Nem se vão sentir transportados para a França do séc. XVIII.

O Bonaparte é um bar que com o homónimo só partilha o tamanho do espaço; situado na Foz, de ambiência irlandesa qual pub que por lá se encontra em cada esquina.

Admito que só o conheci em Janeiro deste ano apesar de toda a fama que reúne e dos mais de 30 anos de "casa".
Na primeira visita, a horas tardias de um dia de semana fiquei-me pelo stool do bar no andar térreo, rodeada de copos na paredes, cadeiras forradas a napa e madeira, muita madeira.
Nessa primeira noite absorvi o ambiente, olhei em volta. Centenas de cervejas por onde escolher, um pouco de todo o mundo, para quem goste de "ir para fora, cá dentro". Mojitos, caipinhas, para não esquecer o calor do Sul. Snacks e petiscos para todos os gostos, a sair quentinhos. E uma convidativa happy hour.

Nas visitas seguintes, já visitei o espaço em noites de fim-de-semana. Nestes casos aconselha-se chegar cedo ao local (nunca depois das 23.30h) ou então requer-se paciência para conseguir estacionamento nas redondezas.
O menu e as ofertas mantêm-se, a fabulosa playlist (uma mistura de pop e rock dos anos 60 aos 90, para completar o arzinho vintage do local).
Nestas últimas visitas rumei também ao andar superior, reservado para essa classe que são os fumadores - sim, gente! Quem escolhe o Bonaparte não tem que acalmar o vício ao sabor das intempéries.
A decoração mantém-se com mais ênfase nos detalhes e nos quadros, mas perdendo espaço para os sofás de canto e as mesas recatadas. Em noites movimentadas há mesmo a forte hipótese de ter que esperar por uma mesa para disfrutar da bebida e da conversa.

O atendimento é rápido (ambos os andares têm zona de bar) e simpático. A música está colocada num volume aceitável. Possuem tabaco para venda.
Tenho que assumir que ainda não provei os snacks disponíveis (desde tostas-mistas a cachorros quentes com batatas fritas na hora, a pratinhos de salgadinhos para ir petiscando) mas o aspecto é bastante tentador.
Por outro lado já sou fã assumida dos mojitos e do sumo natural.

Os preços são bastante acessíveis: 2€ para os sumos, 4€ para os cocktails - as diferentes cervejas variam de preço consoante o país de origem. E o preço dos petistos ronda o de um qualquer restaurante.
Assim, torna-se um óptimo local para encontrar os amigos depois de jantar - sem emagrecer a carteira.

Nota: O ambiente ao final de poucas visitas torna-se quase familiar e não é de estranhar cruzarmo-nos com amigos que não se vêem há muito.
A gerência já construiu um website para onde transportou todo o ambiente do local (isto é que é Comunicação Integrada!) e todas as informações relevantes, como por exemplo o passatempo para o concerto dos U2 em Coimbra ou a referência à brilhante 20ª posição no ranking de melhores bares do Mundo pela SINGHA.

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